Para executivos, feedback faz diferença nas negociações
Um momento em que há diversas tarifas no mercado, para diversos canais de vendas diferentes, uma simples ação faz toda a diferença entre o bom relacionamento de fornecedores e clientes de viagens corporativas: o feedback.
Um momento em que há diversas tarifas no mercado, para diversos canais de vendas diferentes, uma simples ação faz toda a diferença entre o bom relacionamento de fornecedores e clientes de viagens corporativas: o feedback.
O consenso pôde ser percebido no painel da oitava edição do Lacte, que abordou o aquecimento do mercado e se há possibilidade de negociação. O gerente executivo de Estratégia Comercial e Suporte a Vendas da Gol, Marcus Silveira, afirma que é possível formatar um produto de acordo com o cliente, para que ele e a própria companhia tenham ganho.
“Só que, para isso, precisamos que o cliente abra seus números, negocie e dê um feedback. Muitas vezes, um executivo procura produtos fora do que foi contratado. Nessas horas é preciso reavaliar o contrato estabelecido para que não haja perda”, explicou.
Para o diretor comercial da Blue Tree Hotels, Flávio Monteiro, além do feedback, é preciso estar atento às mudanças do mercado. “Temos uma ocupação média em São Paulo de 70%. Ou seja, o mercado está aquecido, mas não estamos de ‘barriga cheia’. Dá para negociar, só que precisamos negociação de alto nível”
O consenso pôde ser percebido no painel da oitava edição do Lacte, que abordou o aquecimento do mercado e se há possibilidade de negociação. O gerente executivo de Estratégia Comercial e Suporte a Vendas da Gol, Marcus Silveira, afirma que é possível formatar um produto de acordo com o cliente, para que ele e a própria companhia tenham ganho.
“Só que, para isso, precisamos que o cliente abra seus números, negocie e dê um feedback. Muitas vezes, um executivo procura produtos fora do que foi contratado. Nessas horas é preciso reavaliar o contrato estabelecido para que não haja perda”, explicou.
Para o diretor comercial da Blue Tree Hotels, Flávio Monteiro, além do feedback, é preciso estar atento às mudanças do mercado. “Temos uma ocupação média em São Paulo de 70%. Ou seja, o mercado está aquecido, mas não estamos de ‘barriga cheia’. Dá para negociar, só que precisamos negociação de alto nível”