Abracorp debate rumos do mercado aéreo Brasil-EUA
A Abracorp realizou na semana passada, durante sua reunião mensal, a segunda edição do Fórum de Debates, que teve como tema os rumos do mercado aéreo Brasil e Estados Unidos
A Abracorp realizou na semana passada, durante sua reunião mensal, a segunda edição do Fórum de Debates, que teve como tema os rumos do mercado aéreo Brasil e Estados Unidos. Executivos das principais empresas com voos entre os dois países falaram sobre modelos de comercialização, distribuição de conteúdos, infraestrutura e mercado futuro, contemplando os diferentes canais de vendas.
“Apesar do momento econômico conturbado, o futuro do mercado de viagens no Brasil é promissor e depende, em grande parte, da demanda corporativa”, avaliou o presidente do Conselho de Administração da Abracorp, Edmar Bull. Por isso, entre os assuntos debatidos esteve o que as companhias aéreas esperam da relação com as agências de viagens corporativas até o final desta década.
O diretor da American Airlines, José Trinca, aposta na qualidade do atendimento como fator preponderante na relação empresas aéreas/agências de viagens no futuro. “Não vejo de outra forma. Acredito em um mercado corporativo forte, focado na qualidade”, disse. “Certamente vai melhorar essa relação”, completou o diretor da Delta Air Lines, Luciano Macagno. “Os canais de venda, com o NDC (New Distribution Capabillity), vão contribuir para esta evolução”, completou.
Segundo Lucimar Reis, diretora da United Airlines, o mercado está cada vez mais profissional e a visão estará sempre em cima dos números, dos resultados e do relacionamento. “Novas ferramentas e alianças estratégicas são meios para se alcançar bons resultados. Vejo que o trabalho será muito direcionado, com profissionalismo”, avaliou.
Já o diretor de Vendas Indiretas da Tam, Igor Miranda, acredita que o trade terá participação decisiva no lançamento de produtos e serviços voltados aos passageiros e ao mercado em geral. “Além disso, acredito que a transparência vai ajudar a melhorar a gestão dos negócios”, acrescentou.
Embora considere difícil prever o cenário econômico daqui a cinco anos, o diretor comercial da Gol, Fábio Mader, acredita em uma evolução das TMC´s. Segundo ele, “as agências de viagens corporativas deverão valorizar mais o seu serviço junto aos clientes e, assim, entregar um serviço de qualidade cada vez melhor”, concluiu.
Na avaliação de Gervásio Tanabe, diretor executivo da Abracorp, a dinâmica dos debates realizados pela entidade propicia às associadas e ao mercado em geral informações que “são preciosas para a reflexão e a tomada de decisões estratégicas, estimulando investimentos em capacitação, tecnologia e inovação".
“Apesar do momento econômico conturbado, o futuro do mercado de viagens no Brasil é promissor e depende, em grande parte, da demanda corporativa”, avaliou o presidente do Conselho de Administração da Abracorp, Edmar Bull. Por isso, entre os assuntos debatidos esteve o que as companhias aéreas esperam da relação com as agências de viagens corporativas até o final desta década.
O diretor da American Airlines, José Trinca, aposta na qualidade do atendimento como fator preponderante na relação empresas aéreas/agências de viagens no futuro. “Não vejo de outra forma. Acredito em um mercado corporativo forte, focado na qualidade”, disse. “Certamente vai melhorar essa relação”, completou o diretor da Delta Air Lines, Luciano Macagno. “Os canais de venda, com o NDC (New Distribution Capabillity), vão contribuir para esta evolução”, completou.
Segundo Lucimar Reis, diretora da United Airlines, o mercado está cada vez mais profissional e a visão estará sempre em cima dos números, dos resultados e do relacionamento. “Novas ferramentas e alianças estratégicas são meios para se alcançar bons resultados. Vejo que o trabalho será muito direcionado, com profissionalismo”, avaliou.
Já o diretor de Vendas Indiretas da Tam, Igor Miranda, acredita que o trade terá participação decisiva no lançamento de produtos e serviços voltados aos passageiros e ao mercado em geral. “Além disso, acredito que a transparência vai ajudar a melhorar a gestão dos negócios”, acrescentou.
Embora considere difícil prever o cenário econômico daqui a cinco anos, o diretor comercial da Gol, Fábio Mader, acredita em uma evolução das TMC´s. Segundo ele, “as agências de viagens corporativas deverão valorizar mais o seu serviço junto aos clientes e, assim, entregar um serviço de qualidade cada vez melhor”, concluiu.
Na avaliação de Gervásio Tanabe, diretor executivo da Abracorp, a dinâmica dos debates realizados pela entidade propicia às associadas e ao mercado em geral informações que “são preciosas para a reflexão e a tomada de decisões estratégicas, estimulando investimentos em capacitação, tecnologia e inovação".