Recife, Fortaleza, BSB e BH disputam voos da Iberia

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PANROTAS / Emerson Souza
Carmen Lage e Andrés Lorenzetti comemoram os novos voos da Iberia
Carmen Lage e Andrés Lorenzetti comemoram os novos voos da Iberia
No primeiro trimestre de 2011 a Iberia vai iniciar seu primeiro voo fora do eixo Rio-São Paulo — hoje a companhia tem 14 voos na capital paulista, sete no Rio e um semanal em codeshare em avião da Iberoworld, a partir de Salvador. Na próxima semana, chegam ao Brasil Silvia Cairo, diretora de Vendas Internacionais, e Juan Alberto Martin Mora, diretor de Desenvolvimento de Novas Rotas, além de outros diretores, que serão acompanhados de Andrés Lorenzetti, diretor Brasil, e Carmen Lage, diretora de Vendas, em uma visita a Fortaleza e Recife, duas das candidatas aos novos voos. Um mês depois, a inspeção será em Brasília e Belo Horizonte. As quatro cidades são as "finalistas" no processo de seleção da Iberia para novos destinos no Brasil.

Os diretores da Iberia vão se reunir com os secretários de Turismo e autoridades de aviação dos destinos, para entenderem como seriam as operações, analisar alternativas e custos, além de incentivos. "Estamos tendo apoio da Jeanine Pires e do José Luiz Cunha, da Embratur, e estamos bastante entusiasmados com esse novo passo, fruto dos bons resultados da rota Brasil-Espanha", disse Andrés Lorenzetti.

Segundo ele, o acordo bilateral entre o Brasil e a Espanha prevê 14 frequências semanais para o Nordeste e mais sete fora de São Paulo. "Mesmo em São Paulo ainda há capacidade. Estamos tentando autorização para usarmos o A340-600 no segundo voo que temos em São Paulo, como já ocorre no primeiro", explicou Lorenzetti. A diferença de assentos do 340-600 para o 300, usado no segundo voo é de 100 assentos, o que equivaleria a duas ou três frequências semanais.

A ideia é iniciar de três a cinco frequências para o Nordeste ou Brasília e Belo Horizonte no começo de 2011, podendo haver combinação de cidades. "Deveremos chegar a 30 voos semanais no Brasil em 2011", disse Carmen Lage. Segundo ela, hoje 40% das vendas dos voos entre o Brasil e a Espanha são feitas lá e 60% aqui. No ano passado, o Brasil tinha 54%.
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