Agentes de viagens falam da importância do seguro viagem

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A edição 1.468 da Revista PANROTAS, já disponível no Portal PANROTAS e em nossos grupos no Telegram e WhatasApp, traz reportagens especiais sobre seguro viagem, enfocando as mudanças de percepção e do próprio produto durante a pandemia.

Em uma das reportagens, entrevistamos agentes de viagens para saber como estão vendendo o produto e que abordagem é feita com os clientes. É unânime que pandemia trouxe um maior entendimento sobre a importância e necessidade dos seguros.

Muitas empresas identificaram neste último ano uma atenção maior do viajante em relação a viajar protegido.

“O que antes parecia ser um custo adicional da viagem, hoje é prioridade dos clientes terem a garantia de que estarão cobertos por um seguro em caso de imprevistos”, afirmou a gerente executiva de Novos Negócios da CVC Corp, Tania Assayag.

Saúde, segurança e proteção foram palavras mencionadas frequentemente no contexto da pandemia, e quando se trata de viagens não poderia ser diferente. Para Samara Miranda, gerente operacional da Diversa Turismo, a conscientização do viajante ocorreu “tanto pelo medo de se infectar durante a viagem, quanto pelos imprevistos dos próprios serviços prestados”.

E, como se esse maior entendimento do produto não bastasse, agências de viagens já percebem maior atenção do viajante aos serviços oferecidos por diferentes coberturas. De acordo com Sávio Balestrero, proprietário e diretor da Bality Viagens (São Paulo), “com o problema da pandemia, os clientes passaram a se preocupar com este item e querem coberturas maiores, ou seja, procuram por mais proteção”.

Na mesma página, Luiz Strauss, presidente e CEO da Promotional Travel (e da Abav-RJ), afirmou que “o cliente não só vai procurar mais o seguro viagem, como vai ficar antenado nos produtos que existem no mercado e averiguar sua qualidade”.

Arquivo PANROTAS
Tania Assayag, da CVC Corp
Tania Assayag, da CVC Corp

No entanto, apenas essa conscientização e maior procura por parte dos viajantes não são suficientes. A oferta e compra do seguro-viagem é uma via de mão dupla. Luiz Strauss, por exemplo, acredita que o cliente ainda precisa ser motivado pelo seu consultor. “Ainda mais na dimensão de um País como o nosso, com passageiros de primeira viagem que podem não conhecer o serviço, nossa obrigação é orientar o viajante para o produto certo”, explicou. Além disso, o executivo vê a situação da pandemia como uma oportunidade para os agentes mostrarem seu serviço e importância para os viajantes.

Arquivo PANROTAS
Luiz Strauss
Luiz Strauss
CUSTO-BENEFÍCIO ALTO

Os sócio-diretores da Mar-Tha Rio Viagens, Cristiana Chao e Chao Chen Yu, reforçaram o quão fundamental é a inclusão e sugestão do seguro-viagem, já que é um produto com custo muito baixo que protege tanto o cliente quanto a agência em qualquer imprevisto que possa vir a ocorrer. “Para nós, o seguro viagem é uma condição, dificilmente deixamos o cliente viajar sem assistência. Até quando o viajante diz que já tem por conta do cartão de crédito, por exemplo, nós pedimos que assine um termo de responsabilidade alegando que nós oferecemos o produto”, explicou Cristina.

Mesmo assim, Samara Miranda, da Diversa, aponta que “hoje, o maior atrativo para o passageiro comprar um seguro viagem é a cobertura para covid-19 oferecida pelas seguradoras”. Entre os serviços oferecidos por estas novas coberturas, agências e operadoras apontaram os três principais: assistência médica durante a viagem; reembolso de serviços perdidos em caso de internação ou cancelamento da viagem; e translado do corpo em caso de óbito.

Leia a reportagem completa e outras sobre seguro viagem na Revista PANROTAS, logo abaixo. A edição também traz entrevistas com todos os empreendimentos ganhadores do GPTW 2021 no Turismo. Veja como as melhores empresas para trabalhar estão cuidando de suas equipes.

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