Air Europa fecha 2017 com 90% de ocupação no Brasil; números

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Marluce Balbino

Quando assumiu como diretor da Air Europa para o Brasil, em 2014, Enrique Ambrósio (foto), tinha uma companhia com três voos semanais de São Paulo a Madri. De lá para cá, a companhia cresceu quatro vezes em frequência. Tem voos diários de Guarulhos, mais dois semanais do Recife e três de Salvador. O serviço paulista, aliás, recentemente deixou o A330 para o Boeing 787 Dreamliner.

Não são apenas esses números que comprovam a evolução da aérea no Brasil. No ano passado, a Air Europa fechou a conexão Brasil-Madri com 90% de ocupação média, na soma de todos os mercados. "É interessante frisar que 35% dos nossos passageiros no Brasil não saem dos mercados onde atuamos, e sim de cidades secundárias", afirma Ambrósio durante a WTM Latin America 2018. "Além disso, 70% dos passageiros que saem daqui não têm Madri como destino final, o que prova nossa excelente conectividade com a Europa e outros mercados."

Ser um eficiente hub no Velho Continente é uma das principais metas da Air Europa, atingindo principalmente o corporativo. Dusseldorf, na Alemanha, é um dos destinos acrescentados em 2018, o terceiro no país. Veneza é o terceiro na Itália, também anunciado este ano. Na África, a novidade é Marrakech, no Marrocos.

Para se aproximar mais do público final, já que suas vendas são 90% feitas via trade, a Air Europa aposta em parcerias de mídia. A companhia é a transportadora oficial do novo filme que será gravado com Miguel Falabella justamente em Veneza. Patrocínio em partidas de futebol, peças teatrais e outros artistas também fazem parte do histórico da aérea.
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