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Brexit compromete alta da aviação no Reino Unido, diz Iata

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Preocupação atinge mercado e viajantes
Preocupação atinge mercado e viajantes
Apesar de a maioria dos voos do Reino Unido continuar após o Brexit, o crescimento da aviação está comprometido, de acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata). Os viajantes e as empresas temem pelo limite da conectividade aérea após a saída da União Europeia (UE), que tem conclusão prevista para este ano.

Na falta de um acordo, a proposta da comissão da União Europeia define que o nível atual de voos entre o Reino Unido e o bloco será mantido. No entanto, não haverá permissão para um aumento no número de voos.

O cenário traria menos oportunidades econômicas e aumento no preço das passagens aéreas. A Airbus disse que poderia reconsiderar suas operações e investimentos no Reino Unido dependendo das consequências e deve haver uma revisão no acordo de céus abertos com os Estados Unidos.

“Com dois meses até a Grã-Bretanha deixar a União Europeia, as companhias aéreas ainda não sabem exatamente que tipo de Brexit deveriam estar planejando. E há incerteza legal e comercial sobre como o plano da comissão para limitar os números de voo funcionará”, afirma o diretor geral e CEO da Iata, Alexandre de Juniac.

A Iata estima que até cinco milhões de assentos extras estão programados para 2019, sendo boa parte no pico da temporada de verão, mas estas frequências estão em risco com a possível falta de negociações no Brexit.
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