Gol tem receita líquida recorde de R$ 3,2 bi no 1T19

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A Gol registrou, nos três primeiros meses do ano, uma receita líquida trimestral de R$ 3,2 bilhões, a maior da história da companhia neste período do ano, com crescimento de 8,3% em comparação ao mesmo período do ano anterior (1T19 X 1T18). De acordo com a companhia, o recorde se deve à otimização na precificação e ao aumento de demanda nos mercados doméstico e internacional. No acumulado do trimestre, o prejuízo da aérea foi de R$ 32,3 milhões, ante o lucro de R$ 147 milhões obtido no mesmo período de 2018.

Jhonatan Soares
Paulo Kakinoff, presidente da Gol
Paulo Kakinoff, presidente da Gol

A taxa de ocupação foi de 81,5% no primeiro trimestre de 2019, aumento de 1,1 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2018. Considerando os mais de 63 mil voos realizados nesse período, a aérea atingiu o índice de 87,1% de pontualidade, segundo dados da Infraero.

O lucro operacional excluindo as despesas não recorrentes foi de R$ 546 milhões no 1T19, representando margem EBIT recorrente de 17%. Esse é o décimo primeiro trimestre consecutivo de resultado operacional positivo, segundo a empresa. O Ebitda recorrente – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – foi de R$ 952 milhões no 1T19, crescimento de 15,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A Gol transportou 8,9 milhões de pessoas de janeiro a março. “A companhia tem investido para que todas as etapas de viagem sejam completas e garantam a melhor experiência, apostando principalmente em soluções inovadoras que otimizem o tempo de todos os clientes que voam Gol”, comentou o presidente da empresa, Paulo Kakinoff.

MAX

Em 11 de março, suspendeu temporariamente as operações comerciais dos seus sete aviões 737 Max-8 antes da solicitação do órgão regulador do País. Desde o início dos voos com essas aeronaves, em junho de 2018, foram realizados 2.933 voos, totalizando mais de 12.700 horas operadas oferecendo total segurança aos clientes.

“O Max-8 é um dos pilares da estratégia de expansão internacional da Gol, oferecendo importante vantagem competitiva com a menor estrutura de custo e a melhor eficiência operacional do mercado aéreo brasileiro. Reiteramos a confiança na segurança das nossas operações e na Boeing, parceira exclusiva desde o início da companhia em 2001 e nas aeronaves 737 Max-8. Manteremos nossos pedidos firmes junto à Boeing”, afirmou Kakinoff.

Segundo comunicado pela aérea, neste primeiro trimestre a "Gol empenhou todos os seus esforços e reacomodou todos os passageiros impactados pela paralização dos aviões 737 Max-8, que possuíam voos programados a partir dos hubs de Brasília e Fortaleza para os Estados Unidos com as aeronaves Boeing 737-NG e por meio de nossa parceria estratégica internacional".

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