Gol quer liderar transformação da aviação mais sustentável

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Divulgação

A Gol divulgou, juntamente com o balanço do primeiro trimestre de 2020, dados referentes à busca de mais sustentabilidade em suas operações. A empresa gerencia a emissão de gases de efeito estufa (“GEEs”) de seus voos, por meio da eficiência de combustível e administração da malha. Desde 2016, a companhia faz parte do Índice ICO2, aderindo voluntariamente à Coalizão de Liderança em Preços de Carbono (CPLC), uma iniciativa global para precificar adequadamente o carbono para mitigar as mudanças climáticas e “descarbonizar” a economia.

Além disso, a empresa é membro da Below50, que reúne entidades que se comprometem a utilizarem combustível renovável que reduza as emissões de GEE em 50% ou mais, se comparado ao combustível fóssil equivalente.

A companhia informa que procura ativamente aumentar sua sustentabilidade por meio da adoção de novas tecnologias da aviação que reduzem o consumo de combustível e das emissões de GEE. Como parte dessa estratégia, a Gol opera uma frota padronizada e está migrando para as aeronaves 737 MAX-8s, que consomem 15% menos combustível comparativamente às 737-800 NG.

A estimativa é que o 737 MAX retorne à operação no segundo semestre de 2020, baseada nas mais recentes projeções da Boeing, e que ele seja o avião da Gol no futuro que transportará os clientes “com a máxima segurança e eficiência de combustível”.

Para mais informações e acesso aos indicadores de ESG (Governança Social e Ambiental) dos últimos três anos da Companhia acesse www.voegol.com.br/ri.
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