Azul amplia gama de serviços em novo hangar em Campinas

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Inaugurado no primeiro trimestre deste ano, o novo hangar da Azul, localizado em Campinas (SP), está sendo utilizado para diversas tarefas de manutenção. E, de acordo com a aérea, até o fim do ano novas oficinas serão agregadas ao local para dar suporte aos serviços de reparos feitos nas aeronaves. Além disso, a Azul também iniciará processo de transformação digital para garantir mais eficiência nos processos e controles.

Há alguns meses, os profissionais que trabalham no hangar estão auxiliando a operação diária da Azul recebendo aviões que necessitam fazer paradas especiais, além de reparos nas estruturas. Neste mês, o prédio recebeu a primeira aeronave para manutenção de grande complexidade, o chamado heavy check, com um Airbus 320neo, que ficou entre 7 e 15 de julho submetido a manutenção.

Cerca de 70 profissionais ficaram dedicados para a realização do serviço nesses dez dias, em um total de 4,5 mil horas de trabalho.

Divulgação

Para o vice-presidente Técnico-Operacional da Azul, Flavio Costa, conduzir esse tipo de tarefa “dentro de casa” dá a Azul condição de ser mais eficiente e flexível com seus recursos. “A partir do momento que somos nós realizando o serviço, conseguimos melhorar de forma contínua todos os processos que envolvem o heavy check. Garantimos qualidade na execução e também diminuição dos custos”, afirma o executivo.

Outro benefício que o complexo de manutenção da Azul oferece para o processo é a estrutura de oficinas próprias. “Nesses espaços, peças que precisam de reparos podem ser consertadas e instaladas novamente pelo nosso time de especialistas ali mesmo no hangar. Isso proporciona uma eficiência enorme para o trabalho de heavy check”, explica o diretor Técnico da Azul, Carlos Naufel.

Agora que o hangar de Viracopos está realizando o seu primeiro trabalho de manutenção de longa duração em uma única aeronave, a expectativa da empresa é de conseguir alcançar o mesmo nível de excelência que já possui com a manutenção de outros modelos de sua frota, como o E-Jet e o ATR.

“A curva de aprendizado será enorme e o mais importante é que todos os Tripulantes envolvidos nesse primeiro processo conseguirão alcançar um novo patamar de conhecimento técnico, o que nos oferecerá uma condição superior na hora de iniciarmos o segundo heavy check em Campinas”, diz Naufel.
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