Copa retorna em 4 de setembro, mas faz voos de conexão em agosto

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Arquivo PANROTAS
A Copa Airlines marcou para 4 de setembro o seu retorno com o voo São Paulo-Cidade do Panamá, duas vezes por semana. No dia 18 de setembro será a vez do Rio-Cidade do Panamá. Em outubro, devem voltar os voos de Brasília e Belo Horizonte. As ligações com o Nordeste devem ficar para o final do ano ou para 2021, dependendo da evolução da demanda e das restrições de viagens. Todas as datas são tentativas, já que as restrições do Panamá podem ser estendidas caso haja alguma mudança no controle da pandemia, mas já se encontram nos GDSs para reservas. A expectativa é que em setembro o Panamá não tenha mais restrições de viagens com o Brasil, sendo que nós já reabrimos as fronteiras aéreas a partir deste mês.

Antes disso, porém, a partir de 14 de agosto, a Copa foi autorizada a fazer voos de conexão, via Centro de Operações Controladas no Aeroporto de Tocumen, para alguns países, às sextas-feiras e aos sábados (14 e 15, 21 e 22 e 28 e 29 deste mês). Ou seja, os passageiros não poderão ficar no Panamá e devem seguir as restrições de entrada nos destinos. De São Paulo, os voos sairão para a Cidade do Panamá (Aeroporto de Tocumen) e de lá conectam para Guayaquil e Quito, no Equador, Havana, Santo Domingo, Miami, Nova York e Santiago.


RETOMADA

A Copa Airlines voltará ao País com frequências reduzidas, mas a expectativa é chegar ao final do ano com três voos por dia na capital paulista (eram cinco por dia antes da pandemia). Segundo apurou o Portal PANROTAS, a empresa também ainda não sabe quando reabrirá as lojas físicas, mantendo os executivos em home office por enquanto.

A estrutura de Vendas agora conta com dois gerentes (Raphael de Lucca, cuidando da base São Paulo, e Jacqueline Ledo do restante do País).

Em comunicado aos agentes de viagens, a companhia panamenha reitera seus cuidados e protocolos de saúde, segurança e higiene. Os voos de agosto servirão como teste prático desses protocolos, para o retorno com maior volume em setembro, já que as operações excepcionais de conexão representarão apenas 2% da malha anterior à pandemia.
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