Gol: R$ 827 milhões em vendas em 34% mais voos em outubro

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Divulgação
Paulo Kakinoff, presidente da Gol
Paulo Kakinoff, presidente da Gol

A Gol Linhas Aéreas vendeu um total de R$ 827 milhões em outubro de 2020. A demanda de passageiros da companhia cresceu 34%, mesmo índice da oferta, que em setembro teve média de 270 voos diários e em outubro chegou a uma média de 363 voos por dia. Os hubs de São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Salvador e Brasília tiveram alta em voos da Gol.

A taxa de ocupação média ficou em 78%, em linha com os meses anteriores. Em períodos de pico durante outubro, a Gol operou 500 voos diários.

"A Gol mantém sólida posição de liquidez, sem vencimentos significativos de dívida até 2024", comunica a companhia a seus investidores, ressaltando que as informações são preliminares e não auditadas.

O presidente da companhia aérea, Paulo Kakinoff, afirma que, após um salto nas vendas durante o inverno, a Gol manteve o ritmo de crescimento no décimo mês do ano. "Esperamos que as vendas cresçam novamente este mês em antecipação a uma movimentada temporada de verão, e prevemos terminar o ano operando todos os destinos atendidos no pré-pandemia. No entanto, qualquer adição de capacidade à nossa malha deve atender a critérios claros de rentabilidade para garantir a retomada sustentável das operações."

A companhia encerrou outubro deste ano com uma frota total de 128 B737s. Com 87 aeronaves operando na malha, a reabertura de três bases e o aumento de voos entre São Paulo e Rio de Janeiro, as operações aéreas diárias cresceram 34% sobre setembro, e foram equivalentes a 52% do realizado em outubro do ano passado.

"O equilíbrio do fluxo de caixa da companhia tem sido um direcionador dos esforços da Gol durante a pandemia. Apesar das ineficiências estruturais e financeiras criadas em função de suas duas subsidiárias operacionais estarem separadas, a administração da Gol acredita que as vantagens competitivas construídas ao longo dos últimos anos asseguram a solidez financeira da empresa. A estrutura de eficiência em custos da companhia, o apoio dos stakeholders e parceiros, o modelo flexível de frota e malha aérea, e o retorno significativo e contínuo das viagens de clientes no mercado doméstico, colocam a Gol decisivamente no papel de liderança do setor aéreo no Brasil", aponta o relatório.

"Sem vencimentos significativos de dívida até 2024, podemos usar nossa disciplina de capacidade para aumentar a lucratividade, à medida que as operações retomam", concluiu Paulo Kakinoff.
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