Gol vai exigir vacinação completa de colaboradores

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A Gol Linhas Aéreas decidiu adotar a vacina contra a covid-19 como um requisito indispensável a todos os seus colaboradores. A medida vale a partir de novembro deste ano e, segundo a direções da empresa reforça o compromisso da companhia com os ideais de saúde coletiva.

Divulgação
Paulo Kakinoff, CEO da Gol, acredita que a medida reforça adoção de outros protocolos
Paulo Kakinoff, CEO da Gol, acredita que a medida reforça adoção de outros protocolos
“Como uma empresa brasileira comprometida com a segurança desde a sua primeira decolagem a Gol ansiou, com alta expectativa, pela disponibilização das vacinas para todos os brasileiros. Uma vez ofertadas, elas são comprovadamente a forma mais eficaz de proteção à vida e de controle da pandemia. O decréscimo significativo no número de casos, especialmente nas formas mais graves de manifestação da doença, está diretamente relacionado ao avanço da vacinação. A Companhia, portanto, encoraja com veemência a adesão de seus colaboradores, clientes e de toda a sociedade ao PNI (Programa Nacional de Imunização)”, destacou a companhia em nota.

Atualmente, mais de 80% dos colaboradores da empresa já estão vacinados com pelo menos uma dose e devem completar a imunização nos próximos meses.

"A criação desse novo requisito de segurança na Gol se apresenta como reforço e aprimoramento dos demais protocolos estabelecidos pela companhia desde o início da pandemia, os quais são rigorosos, confiáveis, certificados e comprovadamente eficazes. A consciência e o entendimento sobre a importância da vacinação são fundamentais para o restabelecimento do bem-estar coletivo", afirma o CEO da Gol, Paulo Kakinoff.

"A vacina é, hoje, o nosso maior trunfo para combater a doença no País e garantir a Segurança do nosso Time, dos Clientes que escolhem voar com a Gol, de nossas famílias e amigos e da comunidade como um todo", reforça o doutor Mário José Mello Martins, médico do trabalho e gerente de Gente e Cultura da Gol.

A empresa informa ainda que avaliará individualmente casos excepcionais que venham eventualmente impedir a imunização do colaborador.
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