Joint-venture Latam-Delta tem importante vitória no Chile

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Divulgação/Latam
Roberto Alvo, CEO do Grupo Latam
Roberto Alvo, CEO do Grupo Latam
Já aprovada por governos como o do Brasil, Colômbia e Uruguai, a joint-venture entre a Delta Air Lines e o Grupo Latam precisa ainda de duas aprovações, nos Estados Unidos e no Chile, para sair do papel. Na última quarta-feira, segundo informou o CEO do grupo, Roberto Alvo, a empresa chegou a um acordo extrajudicial com os órgãos reguladores chilenos, que, segundo o executivo, viram os benefícios do acordo aos passageiros.

O próximo passo é a aprovação pelo Tribunal de Livre Concorrência e o julgamento deve sair nas próximas semanas. Faltaria apenas o aval do Departamento de Transportes dos EUA, o DOT.

“Com isso acreditamos que os destinos novos e a sinergia das malhas da Delta e da Latam na América do Sul devam ocorrer em algum momento de 2022”, disse Alvo.

RETOMADA MELHOR NO BRASIL
O presidente do Grupo Latam prevê para 2022 a recuperação do doméstico em relação aos números de 2019. Brasil e Chile devem alcançar essa meta já no começo do próximo ano, pois estão reagindo melhor neste momento. O Brasil deve ultrapassar a oferta de 2019 no começo do ano que vem. Colômbia e Equador, de acordo com Roberto Alvo, também estão bem e o Peru um pouco abaixo dos demais mercados.

As tarifas, como esperado, aumentaram, e em alguns casos ultrapassaram os valores de 2019. Alvo disse ainda que, no Brasil, as viagens corporativas domésticas reagiram bem nas últimas semanas. Ainda abaixo de 2019, mas com uma boa reação.

O internacional, segundo previsões da Latam, deve se recuperar somente em 2024, mas à medida que as fronteiras forem abrindo e a demanda retornar, a empresa promete ir recompondo sua malha. “Éramos a única empresa da América do Sul a conectar a região aos cinco continentes e vamos recuperar isso”, afirmou.
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