Azul registra conversão de bônus e projeta capital social de R$ 15,7 bilhões
Companhia tem intenção de conversão de bônus que pode resultar em até 591,8 bilhões de ações ordinárias

A Azul Linhas Aéreas anunciou ao mercado a intenção de exercer um volume expressivo de bônus de subscrição emitidos no contexto de sua recente oferta pública de ações. Segundo comunicado, a B3 registrou pedidos de exercício de 6,19 bilhões de bônus vinculados a ações preferenciais, o que pode demandar a emissão de até 96,3 bilhões de novos papéis preferenciais.
Além das informações registradas pela bolsa, a companhia destacou que, em âmbito escritural, recebeu solicitações significativamente maiores. Foram apresentados pedidos de exercício de 445,4 bilhões de bônus de subscrição de ações preferenciais, que poderão resultar na emissão de 6,92 trilhões de novas ações preferenciais. Também foram protocoladas solicitações referentes a 450,2 bilhões de bônus ligados a ações ordinárias, com potencial emissão de 10,39 trilhões de novas ações ordinárias.
Considerando a conversão obrigatória das ações preferenciais em ordinárias, aprovada em 12 de janeiro, o capital social da Azul poderá alcançar até R$ 15,73 bilhões, dividido em até 591,8 bilhões de ações ordinárias. A companhia ressalta que esse valor máximo depende da liquidação financeira bem-sucedida da totalidade dos bônus exercidos.
O aumento de capital decorrente do exercício dos bônus de subscrição será homologado em reunião do Conselho de Administração prevista para amanhã (14). Na mesma data, está programada a liquidação financeira das operações e a entrega das novas ações aos investidores que realizaram o exercício por meio da B3.