Brasil está despreparado para táxis aéreos, diz KPMG

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Divulgação Embraer
Brasil ocupa último lugar no ranking com 25 países
Brasil ocupa último lugar no ranking com 25 países
O Brasil é o país menos preparado para o mercado de táxis aéreos dentre 25 países avaliados. Essa é uma das principais conclusões da pesquisa “Aviação 2030: Índice de Prontidão do Táxi Aéreo”, da KPMG. Considerando os critérios de aceitação do consumidor, infraestrutura, política e legislação, tecnologia e inovação, a nota do Brasil ficou em 8,78, fazendo o País ocupar o último lugar no ranking.

“Os táxis aéreos vão revolucionar a mobilidade urbana, mas alguns países estão mais prontos do que outros para isso. Um dos principais desafios das empresas de aviação atualmente está na adequação às tendências que podem moldar a próxima década. Tecnologias como Inteligência Artificial, Big Data, Internet das Coisas, propulsão elétrica, além de fatores como combustíveis sintéticos e de hidrogênio, devem transformar para sempre as operações e os negócios nesse setor”, afirmou Márcio Peppe, sócio-líder de Aviação da KPMG no Brasil.

A liderança do ranking ficou com os Estados Unidos (nota 26,11), seguidos de Cingapura (21,88), Holanda (21,78), Reino Unido (20,41), Austrália (20,13) e China (20). De acordo com a publicação, os dez países mais preparados para o mercado de taxis aéreos são os seguintes:
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A pesquisa destacou ainda que o mercado global de táxis aéreos deverá crescer nas próximas décadas à medida que as cidades congestionadas procurarem novas formas de reduzir os tempos de viagem e os usuários aceitarem mais os voos pilotados e automatizados. O setor está passando também por uma evolução crescente de startups e investidores, repleta de demonstrações futuristas, com operadores querendo comercializar as suas primeiras propostas nos próximos três anos.

O “Índice de Prontidão do Táxi Aéreo”, da KPMG, é um índice composto que combina 34 métricas individuais em uma única pontuação. As métricas estão dispostas em quatro pilares: aceitação do consumidor; infraestrutura; política e legislação; tecnologia e inovação. O índice permite comparações entre os níveis de preparação dos territórios. A publicação é destinada a organismos públicos e privados que querem compreender os benefícios desta tecnologia, e a adequação de diferentes geografias para projetos e investimentos relevantes.
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