ENTRETENIMENTO

O que a Varsóvia tem de bom a oferecer? Veja no famtur da Schultz


Larissa Faria
À direita, o imponente Castelo Real de Varsóvia, na região da Cidade Velha
À direita, o imponente Castelo Real de Varsóvia, na região da Cidade Velha
Ao fim da segunda guerra mundial, a capital da Polônia, Varsóvia, teve 85% de suas construções destruídas. Surpreende, porém, que atualmente as ruínas sejam apenas um resquício do passado da cidade. Para convidar os viajantes a conhecer de perto as muralhas remanescentes do destino, a Schultz em parceria com o Turismo da Polônia está realizado uma famtur pelo país. O intuito é apresentar a Polônia moderna, que tem muito a oferecer além de seus marcos históricos.

Andar pela cidade de Varsóvia, porém, é deparar-se constantemente com construções contemporâneas ao lado de monumentos representativos. Um deles está em um dos pontos mais visitados, que é a região conhecida como Cidade Velha. O Castelo Real de Varsóvia chama a atenção por sua imponência, mas torna-se ainda mais especial quando conhecemos seu histórico: construído no século XIII, o local que foi residência de reis e rainhas até 1795 foi bombardeado pelos nazistas em 1939. Na época, funcionava nele um museu sobre a monarquia.

Sem apoio do poder público, porém, pessoas ligadas a espaço cultural uniram-se em 1971 para reconstruir o castelo respeitando suas características originais. Com parte do acervo recuperado, ele foi reaberto em 1984 e permanece até hoje em funcionamento, sendo um exemplo de como o país se reergueu. Cada sala visitada, com pinturas no teto e sancas talhadas em ouro, é um espetáculo, sendo impossível ir embora sem querer visitar todo o prédio. São tantos detalhes que não vale a pena perdê-los pela dificuldade com a língua local.


Larissa Faria
A guia Agniezka Didénko e Dorota Zadrozna, do departamento de Estratégia e Marketing da Polônia
A guia Agniezka Didénko e Dorota Zadrozna, do departamento de Estratégia e Marketing da Polônia

GUIA FLUENTE EM PORTUGUÊS

Por aqui, o idioma não é uma barreira para quem compreende o básico de inglês e espanhol. Para explicar detalhadamente o significado de cada lugar do roteiro, porém, o grupo de 17 agentes de viagens brasileiros foi acompanhado pela guia polonesa Agniezka Didénko (aguia@wp.eu). Ela auxilia casais e grandes grupos, explicando em português fluente toda a história dos pontos turísticos. Chamada pelo grupo de “Aga”, ela conta que grande parte de seus clientes são idosos que têm receio com a língua local. Aprender palavras básicas em polonês, porém, faz a diferença: um simples “dzien dobry” (bom dia, em polonês), faz com que funcionários de comércios abram sorrisos ao lhe atender, mesmo que você continue a conversa em outro idioma.

O Portal PANROTAS viaja a convite da Schultz e do Turismo da Polônia.

Veja, no álbum abaixo, lugares interessantes da Varsóvia visitados pelo grupo:
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