Popular entre brasileiros, zoo Luján é fechado na Argentina

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Indo contra a opinião de autoridades e ativistas, o zoológico permitia que os visitantes tocassem e interagissem com os animais
Indo contra a opinião de autoridades e ativistas, o zoológico permitia que os visitantes tocassem e interagissem com os animais
Muito frequentado por brasileiros, o Zoológico de Luján, em Buenos Aires, foi fechado após uma decisão conjunta do governo argentino com algumas ONGs do país. No local, era permitido que os visitantes tocassem e interagissem diretamente com os animais, o que era visto de forma negativa por autoridades e ativistas.

Em diversas ocasiões a administração do zoológico alegou que a proximidade com os animais era possível porque eles nasciam no local, ou eram resgatados de condições insalubres, e eram criados entre animais domésticos e humanos, no entanto, defensores de direitos dos animais desconfiavam de maus-tratos e sedação dos animais, além de tráfico.

Com mais de cinco mil comentários positivos no TripAdvisor, o zoológico cobrava cerca de R$ 100 para a entrada de estrangeiros, que segundo a administração, era destinado para o cuidado e a alimentação dos animais. O estabelecimento tem dez dias para se adequar às novas regras impostas e se transformar em um zoológico "tradicional", sem contato entre animais e visitantes.
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