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Protagonismo feminino se destaca em áreas 'masculinas'; veja


Marcelo Fonseca
Aline Landim, Andrea Martins, Elle Braude, Julia Silvério e Marilisa Mira contaram histórias inspiradoras em debate mediado por Izabella Camargo
Aline Landim, Andrea Martins, Elle Braude, Julia Silvério e Marilisa Mira contaram histórias inspiradoras em debate mediado por Izabella Camargo
Uma empreendedora, uma controladora de tráfego aéreo, uma planejadora financeira, uma copiloto de companhia aérea e uma maquinista da CPTM. O que elas têm em comum? O desafio de mostrar que não há profissões restritas a homens e que as mulheres são capazes de estar onde quiserem.

Aline Landim, criadora da plataforma de transporte Jaubra, conta que o fato de estar à frente do aplicativo deu segurança para que mais de 90% dos clientes da plataforma sejam mulheres. “As pessoas muitas vezes se assustam por saberem que a criadora do aplicativo é uma mulher, mas depois passam a ter confiança ao verem que oferecemos um trabalho de qualidade”, conta Aline.

Andrea Martins, outra participante do debate, é copiloto na Gol há nove anos e revela que ainda ouve comentários como “Mulher pode voar?”, mas sempre teve muito respeito de seus colegas e superiores na companhia aérea, recebendo inclusive o mesmo salário que os homens.

Já para a planejadora financeira Elle Braude, o maior desafio é aliar a profissão com a vida pessoal, já que é mãe de trigêmeos. “Não há como abrir mão do meu diploma e ficar em casa sem trabalhar, mas ao mesmo tempo sou mulher e quero ter tempo para me dedicar aos meus filhos”, comenta Elle. Graças a muita organização, ela consegue equilibrar ambos os lados.

A maquinista da CPTM, Julia Silvério, tem apenas 19 anos e sempre contou com o apoio de sua equipe para exercer a profissão, tendo a grande responsabilidade de transportar muitas pessoas. “Nunca tive problemas com machismo. Pelo contrário, sempre me deram muita força”, conta.

Chefiando uma equipe de 60 pessoas, sendo 45 homens e 15 mulheres, a controladora de Tráfego Aéreo do Aeroporto de Guarulhos (SP), Marilisa Mira, relata que não sofre machismo em sua área. “Há um respeito pelo trabalho que está sendo desenvolvido, e não pelo fato de ser homem ou mulher", comenta.

O debate foi de grande inspiração e incentivo para mulheres que querem seguir as mesmas profissões ou que receiam atuar em áreas com predominância de profissionais masculinos.

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