Ocupação hoteleira na América do Sul cai 73% em maio

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A indústria hoteleira da América do Sul, diante da pandemia do novo coronavírus, registrou baixas históricas de níveis de desempenho em maio, de acordo com dados do STR. Os níveis de ocupação absoluta, taxa média diária e RevPAR da região foram os piores de qualquer outro mês de maio analisado do banco de dados da empresa.

Divulgação
Níveis de ocupação absoluta, taxa média diária e RevPAR da região foram os piores de qualquer outro mês de maio
Níveis de ocupação absoluta, taxa média diária e RevPAR da região foram os piores de qualquer outro mês de maio
Em comparação com maio deste ano e o mesmo período de 2019, a ocupação no continente caiu 73%, versus os 15,3%. A taxa média diária chegou a -34,3% a US$ 54,17 e a receita por quarto disponível afundou 82,2%, a US$ 8,31.

Na Colômbia, a ocupação hoteleira registrou uma queda de 88,4%, em comparação com 6,7% em maio do ano passado. A taxa média diária diminuiu 30,8% a 183.331,93 pesos colombiano. Já o RevPAR despencou 92%, a 12.253,20 pesos colombianos.

O Peru teve, em maio de 2020, uma ocupação de -38,9%, frente a 39,9% no mesmo mês em 2019. A 214.74 soles, a taxa média por dia nos hotéis peruanos caiu 48,6% e, o RevPar, a 85.66 soles, registrou uma queda de 68,6%.

Mesmo com o baixo desempenho, a ocupação absoluta do país peruano continua sendo a mais alta da região, como resultado da iniciativa do governo “Apoyo Solidario” para hospedar viajantes em quarentena em hotéis, além de funcionários da linha de frente.

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