Como tecnologia e dados podem ajudar nas vendas de hotéis

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PANROTAS / Emerson Souza
Painel debateu a utilização da tecnologia e das informações para conquistar hóspedes
Painel debateu a utilização da tecnologia e das informações para conquistar hóspedes
Em mais um painel do 1° Encontro Anual da ABIH-SP, os convidados assistiram a um debate sobre como usar bem a tecnologia e dados obtidos por meio dela para acelerar as vendas em hotéis. O bate papo falou sobretudo a respeito da nova realidade imposta a esses empreendimentos e da necessidade de zelar pela reputação on-line, além do imperativo de entender qual o desejo do cliente para saber e que e como oferecer o serviço.

Participaram do debate Maria Ulrich, da Reviewpro, Simone Maehata, da Accor, e Sylvio Ferraz, da CVC Corp, e Marcos Vilas Bôas, da Astron Hotéis. Cada um deles explicou como a empresa utiliza os dados acessados para fidelizar o cliente que já teme atrair aqueles que ainda estão distantes.

A representante da Reviewpro, que abriu o debate, lembrou para a necessidade que os hotéis têm de cuidar de sua imagem no ambiente digital, reforçando que esse quesito tem cada vez mais peso no faturamento de hotéis por todo o mundo. "Trazer tecnologia e a comunicação com seu cliente para dentro dos processos do hotel ajudam a rentabilizar as informações e os dados que seu cliente te fornece", apontou.

No mesmo sentido, Simone Maehata, da Accor, revelou que a empresa tem um trabalho forte no sentido de responder as queixas e demandas de seus clientes e um esforço maior ainda para resolver essas situações enquanto o viajante ainda está hospedado com a rede.

PANROTAS / Emerson Souza
Sylvio Ferraz, da CVC Corp
Sylvio Ferraz, da CVC Corp
Já Sylvio Ferraz, da CVC Corp, abordou o tema a partir da perspectiva de de desvendar o cliente para trazê-lo para perto. "Quanto mais se conhece o cliente mais precisa conhecer também o fornecedor, ciente do comportamento do mercado de cada hotel para conectar essas pontas. Hoje temos 25 milhões de clientes conectáveis e aí criamos um modelo de propensão de destino. Isso aumentou nossa conversão em 50% nesse grupo específico", revelou. "O investimento em dados está cada vez maior e a ideia é investir nisso a cada novo ano", completou Ferraz.
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