Vital Card mantém operações normais e fornece crédito sem prazo

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Rafael Turra, diretor operacional e de produtos da Vital Card
Rafael Turra, diretor operacional e de produtos da Vital Card
Assim como muitas empresas do setor, a Vital Card também aplicou medidas durante a atual crise visando a saúde da equipe e a preparação para quando o mundo se recuperar da pandemia. "Assim como a chegada do coronavírus foi uma surpresa, seu fim também é uma incógnita. A esperança é de que as coisas se recuperem na mesma velocidade em que precisaram fechar", afirmou o diretor operacional e de produtos da empresa, Rafael Turra.

A Vital Card adotou o regime de office para todos os funcionários, mas segue todas as operações normalmente nos horários habituais. A princípio, o home office durará até o dia 13 de abril, mas Turra afirma que vem acompanhando a situação e a data pode ser prorrogada. "Não fizemos nenhum desligamento. Vamos manter tudo normalmente até que as vendas para o segundo semestre comecem", explicou o diretor.

Quanto aos passageiros com seguros viagem comprados, estes têm três opções: cancelar e receber reembolso integral, reprogramar o cartão para uma viagem futura já programada ou deixar o valor investido como crédito a ser utilizado com um seguro da empresa sem limite de data.

Mesmo sem clientes com casos confirmados de covid-19, a Vital Card está reforçando que a empresa faz o acompanhamento inicial e, se diagnosticado com a doença, o cliente é preciso ser encaminhado aos órgãos responsáveis. "No mundo inteiro, na maioria dos seguros, pandemia não está inclusa na cobertura. Nós organizamos o atendimento normal, prestamos ajuda e suporte, mas com a confirmação, nós passamos o bastão pata as autoridades governamentais locais", afirmou Turra. A Vital Card conta com segurados no exterior, inclusive residentes, e vem cooperando com o Itamaraty no repatriamento destes viajantes.

Apesar do momento crítico, o diretor da Vital Card mantém o otimismo. "Estamos otimistas que, a partir de julho, aconteça um movimento ascendente ao longo dos meses até alcançar uma estabilidade que vínhamos tendo. Este movimento deve ser mais lento que a queda e nem todas as viagens represadas voltarão, mas precisamos estar prontos para a parte que voltará", finalizou Turra.
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