Sakura já contratou mais de 100 pessoas depois da chegada de Luti: "Mudamos de patamar"
Em entrevista ao Só Agentes Cast, Luti Guimarães e Wagner Chaves falaram sobre o novo momento da empresa

A Sakura Consolidadora já contratou mais de 100 colaboradores e mudou de patamar desde a chegada de Luciano Guimarães como novo CEO, no último dia 13 de julho. É o que disseram o presidente da Sakura, Wagner Chaves, e o próprio Luti em entrevista ao Só Agentes Cast, produzido por André Negrini.
A movimentação, segundo os executivos, já começa a aparecer nos resultados comerciais da consolidadora e que o próximo passo agora é elevar ainda mais o nível de operação.
“Vamos melhorar a gestão, vamos melhorar o processo, melhorar a venda. A venda já veio no fechamento de julho, já foi um negócio... O Wagner usou uma frase, né? ‘Já mudamos de patamar’, né? O agosto, a gente vai começar de verdade, então acho que agora o patamar vai ficar ainda mais alto"
Luti Guimarães, CEO da Sakura
A expansão, porém, não é tratada pelos executivos apenas como aumento de quadro. Luti deixou bem claro que a estratégia é reunir profissionais experientes, melhorar processos e principalmente, a entrega aos clientes.
“Tem muita gente boa na Sakura, que trouxe a Sakura até aqui. Chegou muita gente boa e a gente vai levar ela juntos para um outro patamar e aí não é só venda. É entrega, é serviço, é dedicação”, afirmou Luti.
Wagner também destacou a chegada dos novos profissionais. “Vieram mais de 100 pessoas. Eles andam em bando”, brincou. Para o presidente, os números já começam a confirmar que a empresa está avançando. “Os números já estão mostrando que realmente a empresa vai para outro patamar", disse.
Sakura assina hoje 45 contratos por dia

Um dos números mais expressivos apresentados durante o podcast foi o ritmo de novos contratos. Segundo Wagner, a Sakura está assinando cerca de 45 contratos por dia desde o início da nova fase, sem tempo para pensar na concorrência dentro do mercado de consolidação.
“Nossos olhares estão todos focados nos clientes. A gente tem que entregar o que o cliente precisa, a gente tem que trazer ele para dentro de casa e fazer com que ele consiga evoluir aqui. Porque se eu parar para olhar o meu concorrente, não consigo assinar a quantidade de contratos que chega"
Wagner Chaves, presidente da Sakura
Segundo ele, o foco neste momento está em colocar novos clientes dentro da operação e preparar o time para atendê-los. “Nesse momento a gente tá colocando cliente pra dentro, time pra trabalhar e desenvolver, e os números estão aí pra poder comprovar qualquer dúvida que qualquer concorrente tenha”, disse.
“A gente não faz gestão de fofoca”, diz Wagner

Em meio às movimentações de profissionais no mercado de consolidação, Luciano Guimarães afirmou que uma das prioridades da nova gestão é manter uma comunicação direta com os colaboradores para evitar insegurança e especulações sobre troca de colaboradores.
Para ele, é preciso explicar aos funcionários quais são os próximos passos da empresa e deixar claro que a chegada de novos profissionais não significa uma substituição automática de quem já estava na Sakura.
“A única coisa que a gente precisa fazer bem para as pessoas não se sentirem, não ficarem assustadas, não ficarem com receio é se comunicar. E a gente está juntando gente boa com gente boa. Quando você soma essas pessoas boas, ficam pessoas muito boas”
Luciano Guimarães, CEO da Sakura
Wagner frisou que a companhia não irá conduzir sua gestão a partir dos comentários do mercado. "Não fazemos gestão de fofoca. Aqui a gente trabalha para o time, trabalhar para comunicar bem com o time e para fazer com que os times tenham uma sinergia onde possa trazer entrega que a gente busca", revelou.
“As pessoas querem estar com a gente”, diz Luti

Ao explicar a formação da nova equipe, Luciano Guimarães atribuiu parte da movimentação à identificação dos profissionais com o projeto. O executivo lembrou que muitos dos que chegaram já tinham trabalhado com ele, Flávio ou Wagner em outras empresas do setor.
“Foi muita gente que foi saindo, mesmo sem a gente falar nada, porque as pessoas querem estar com a gente, acreditam na gente, acreditam no propósito”, afirmou o CEO.
E a relação prévia entre Luti e Wagner acabou facilitando a integração. Segundo Wagner, a chegada do novo grupo aconteceu de maneira mais natural justamente porque muitos profissionais já tinham relação com a companhia e com seus principais executivos. “Não são pessoas que são estranhas e resolveram fazer negócio. A gente já se conhecia, já tinha amizade, intimidade”, afirmou Wagner.
Para Luti, esse histórico também ajuda a explicar por que a mudança não foi vista apenas como uma troca de empresa, mas como uma oportunidade de construir uma nova fase profissional. “Eu não tava criando cobra no quintal de casa. Eu tava ajudando boas pessoas a chegar onde chegaram”, afirmou ele.
Concorrência fica em segundo plano

Já em tom descontraído, Luti Guimarães lembrou que passou anos trabalhando na Flytour e que, por muito tempo, a empresa foi sua principal referência competitiva. Segundo o CEO, a experiência acumulada em diferentes empresas contribuiu para a visão que tem hoje sobre gestão e mercado.
“Eu acho que a gente passou por muita coisa já, eu, quando digo a gente, porque o Flávio (Marques) tava junto sempre. Teve fusão de empresa, aí fusão de mais uma empresa que entrou no meio do caminho. Vendemos a empresa, fomos pra empresa que tava com mais dificuldade, montamos, participamos da constituição no ecossistema. Então eu acho que cada vez mais você passa por essa experiência, você vai aprendendo como lidar com as pessoas"
Luti Guimarães, CEO da Sakura
Na Sakura, no entanto, Wagner reforça que o momento exige concentração na operação. Com clientes chegando diariamente, novos profissionais entrando e dezenas de contratos sendo assinados a cada dia, a prioridade, segundo ele, é fazer a estrutura acompanhar o crescimento. “É cliente entrando diariamente, são vários”, complementou Wagner Chaves, presidente da Sakura.