Beatriz Contelli   |   17/03/2026 11:46

Equador afirma que toque de recolher não afetará passageiros internacionais

País mobilizou forças de segurança para atuarem contra crime organizado


Unsplash/Andres Medina
Guayaquil
Guayaquil

Com a justificativa de combater o crime organizado e a mineração ilegal, o Equador anunciou que mobilizou 75 mil militares e policiais para enfrentar gangues e cartéis de drogas. A operação, que tem apoio dos Estados Unidos, deve durar duas semanas e já impõe toque de recolher à população.

O Ministério de Infraestrutura e Transporte do país divulgou uma nota oficial informando que o trajeto de/para o Aeroporto de Guayaquil de passageiros de voos internacionais não será afetado durante o toque de recolher (23h às 5h).

Para circular durante o toque de recolher, os passageiros deverão portar seu cartão de embarque, físico ou digital, enquanto os funcionários do terminal deverão apresentar sua credencial institucional ou documento que comprove seu vínculo com a operação aérea, para facilitar os controles correspondentes.

O toque de recolher está em vigor até o dia 31 de março e abrange as províncias de Guayas, em Guayaquil; El Oro, ao sul; Los Ríos, ao norte da capital; e Santo Domingo de los Tsachilas, ao noroeste.

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Sobre o autor

Jornalista formada pela Anhembi Morumbi com pós-graduação em Política e Relações Internacionais pela FAAP. Entrou na PANROTAS em 2019, com foco especialmente em Branded Content, e, desde 2024, atua como repórter da redação.