Panamá atualiza regras para turistas; Brasil segue como alto risco

|

O Brasil segue classificado como país de alto risco para as autoridades panamenhas. A presença nessa lista, que tem 11 nações e acaba de ser atualizada, faz com que os viajantes oriundos dessas regiões tenham que cumprir regras mais rígidas para entrar em qualquer destino no Panamá. A principal delas é a necessidade de quarentena. Os vacinados estão isentos da quarentena.

Divulgação/Panamá
Panamá segue exigindo quarentena para viajantes vindos de regiões consideradas como de alto risco
Panamá segue exigindo quarentena para viajantes vindos de regiões consideradas como de alto risco
As autoridades do Panamá informam que os passageiros residentes ou estrangeiros que tenham permanecido ou transitado em países identificados como de alto risco, como o Brasil, nos últimos 15 dias devem ter a reserva do hotel onde farão a quarentena ao se registrarem na origem, a qual deve ser apresentada na chegada.

O comprovante de reserva em hotel deve ser apresentado no momento de check-in no aeroporto de origem junto a um exame PCR com resultado negativo para covid-19 ou de antígeno, realizados 72 horas antes da chagada ao país caribenho.

Na chegada ao Panamá, um teste adicional covid-19 molecular deve ser realizado, antes da passagem pela imigração. O custo do teste é de US$ 85 e o pagamento será de responsabilidade do passageiro.

A quarentena requerida pelas autoridades do Panamá precisa ser cumprida em hotéis cadastrados e reconhecidos pela autoridade sanitária daquele país. Alista com os hotéis disponíveis para cumprir a quarentena estão AQUI.

Para todas essas regras, contudo, há algumas exceções. Esses casos específicos estão relacionados à imunização. Passageiros que já tenham concluído o esquema vacinal e cumprido mais 14 dias depois da segunda dose ficam isentos da quarentena e do teste molecular adicional no aeroporto.

Os países classificados pela autoridade panamenha como de alto risco são: Índia, Reino Unido, África do Sul, Argentina, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Suriname e Venezuela.
 AVALIE A IMPORTÂNCIA DESTA NOTÍCIA