Perfil de consumidor que aluga carro mudou na pandemia

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Como as pessoas estão usando o aluguel de carros nesse momento de crise de covid-19? Dados da Visa Consulting & Analytics (VCA), consultoria da Visa que analisa o comportamento de consumo por meio das transações realizadas em sua rede, mostram um aumento de 27% no tíquete médio no setor de aluguéis de veículos em maio, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior.

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Dados da Visa mostram aumento de 27% no tíquete médio no setor de aluguéis de veículos em maio
Dados da Visa mostram aumento de 27% no tíquete médio no setor de aluguéis de veículos em maio
Os dados podem indicar que esses players encontraram uma alternativa ao público de Turismo, os chamados "short stay", e concentram seu foco nos clientes "long stay", como motoristas de aplicativos de transporte e pessoas que procuram o aluguel de carro como uma alternativa ao uso do transporte público por conta do novo coronavírus.

"Nos chamou a atenção o crescimento acentuado do tíquete médio dos aluguéis de carros em todo o País e, conversando com empresas referência nessa indústria, confirmamos essa mudança no comportamento das pessoas em relação ao serviço nesses últimos meses de pandemia", explica o head da VCA, Oscar Pettezzoni.

NAS CAPITAIS
O levantamento da Visa verificou todas as capitais brasileiras, trazendo um comparativo dos meses de maio de 2020 em relação a 2019. Salvador (BA) lidera com um aumento de tíquete médio de 239%, seguidos por Maceió (AL), com 131%, Fortaleza (CE), com 118%, Natal (RN), que registrou 107%, e João Pessoa (PB), com 89%.

As únicas capitais que mostraram um crescimento em ambas as categorias – volume de transações Visa e tíquete médio – , em maio, são Belo Horizonte (MG), com um crescimento de 9% no volume das transações e 48% no ticket médio, e Boa Vista (RR), com 44% no volume e 15% no ticket médio.

Confira abaixo o ranking das dez primeiras capitais brasileiras que tiveram aumento considerável do tíquete médio:

  1. Salvador (BA) 239%
  2. Maceió (AL) 197%
  3. Fortaleza (CE) 118%
  4. Natal (RN) 107%
  5. João Pessoa (PB) 58%
  6. Recife (PE) 49%
  7. Belo Horizonte (MG) 48%
  8. Macapá (AP) 29%
  9. Rio de Janeiro (RJ) 27%
  10. São Paulo (SP) 26%

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