Rodrigo Vieira   |   29/09/2026 15:01
Atualizada em 29/09/2026 15:12

Em processo de falência, Françatur garante que não deixou nenhum cliente no chão

Operadora carioca encerrou suas atividades definitivamente na semana passada

Divulgação
Françatur Turismo Ltda. encontra-se com processo de falência
Françatur Turismo Ltda. encontra-se com processo de falência

A operadora Françatur, que encerrou suas atividades definitivamente na semana passada, garante que nenhum cliente de suas agências de viagens parceiras ficaram no chão. A companhia carioca com mais de 30 anos de atuação abriu processo de falência, mas assegura que os serviços contratados pelos clientes finais foram integralmente pagos aos fornecedores.

"Hotelaria, receptivo, traslados e guias seguem prestados por eles, e a Francatur continua acompanhando cada viagem junto aos fornecedores e aos nossos parceiros, à disposição para oferecer todo o respaldo possível nas viagens em andamento", aponta o executivo Marco Silva.

"Sobre reservas futuras, todos os nossos parceiros foram comunicados diretamente sobre a situação de cada um dos seus clientes. Alguns mantiveram as reservas e assumiram toda a responsabilidade pela continuidade da viagem. Nesses casos, a Françatur os colocou em contato direto com os nossos fornecedores", complementa o porta-voz da Françatur.

Questionado sobre a quantidade de passageiros embarcados desde que anunciou o fechamento de portas, a Françatur diz que por respeito aos parceiros e aos seus clientes, a empresa não divulga dados sobre número de reservas ou de clientes finais.

"A Françatur Turismo Ltda. encontra-se com processo de falência em curso, que tramita em segredo de justiça. Por isso, não divulga números de credores nem montantes. Todas essas questões serão tratadas no processo de falência, conforme a lei", comunica a empresa.

"Nos casos em que os clientes finais solicitaram o cancelamento, o serviço não foi prestado e o pagamento havia sido feito em seus respectivos cartões de crédito, a Françatur Turismo Ltda. forneceu a declaração de serviço não prestado, para o estorno junto às administradoras. Os demais casos serão tratados no processo de falência, conforme a lei", concluiu.

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Sobre o autor

Rodrigo Vieira é jornalista com 12 anos de especialização na indústria de Turismo, todo esse tempo orgulhosamente na PANROTAS. Sua maior satisfação profissional é quando, por meio de seu trabalho, ajuda um agente de viagens a obter êxito. Conhece 30 países e ama viajar para o Exterior, mas jamais moraria fora do melhor destino de todos, o Brasilzão.