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OPINIÃO

Google: viajantes querem ajuda, mas onde estão as empresas?

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Viajantes estão cada vez mais ávidos por assistência na hora de tomar decisões relacionadas às viagens
Viajantes estão cada vez mais ávidos por assistência na hora de tomar decisões relacionadas às viagens
O Brasil conta com mais de 235 milhões de smartphones ativos e usuários que checam seus aparelhos, em média, 183 vezes por dia. Só com esses números já é possível entender o porquê o brasileiro está cada vez mais conectado na atualidade.

O Google, porém, acredita que há uma oportunidade de mercado ainda pouco explorada pelas marcas, já que os viajantes são um dos públicos que mais procuram por assistência na hora de pesquisar sobre viagens: os consumidores querem ajuda, mas cadê sua marca nessa hora?

Em 2017, o buscador registrou um bilhão de buscas relacionadas a viagens, sendo que 56% foram feitas via smartphone. As buscas por atendimento, por sua vez, cresceram três vezes mais do que a intenção de compra, e é aí que o Google chama a atenção dos vendedores. Dos 16 principais conteúdos das procuras por ajuda na decisão na hora de viajar, apenas três são de marcas do segmento turístico.

"Existe uma grande oportunidade para os players do setor auxiliarem seu público em todas as etapas do funil de conversão, que não seja só vendendo ou resolvendo problemas de pós-compra", analisou a líder de Insights para a Indústria do Turismo no Google, Aline Prado, no blog Think With Google. "O brasileiro está aprendendo a viajar e tem as mais variadas dúvidas na hora de decidir sobre onde ir, onde ficar, como se locomover e o que fazer", completou.

Segundo ela, o Youtube é a plataforma principal das pessoas para obter essas respostas. Entre os maiores temas de vídeos estão a descoberta de novos destinos e dicas, com 400 mil vídeos e 75 mil, respectivamente, criados no ano passado. Outros pontos como segurança na viagem (11 mil vídeos), compras (13 mil) e até nichos, como viagens acessíveis (37 mil), também conquistam visualizações no site.

Você pode ler o artigo na íntegra neste link.
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