TURISMO

CVC esclarece que não é investigada na Operação Checkout




Em comunicado ao mercado enviado há pouco, a CVC Brasil Operadora de Viagens esclarece que nada tem a ver com a investigação da Operação Checkout, fruto de delação do empresário Guilherme Paulus, que não possui mais cargo executivo ou administrativo na companhia.

Leia abaixo:

NOTA CVC

“A CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (“CVC Brasil” ou “Companhia”), CNPJ/MF 10.760.260/0001-19, sociedade por ações registrada na Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) como companhia aberta categoria “A”, sob o código 02331-0, com suas ações negociadas em bolsa de valores sob o código CVCB3, vem esclarecer aos seus acionistas e ao mercado em geral que a empresa “Operadora e Agência de Viagens TUR”, mencionada nas investigações da operação Checkout da Polícia Federal, não tem qualquer relação com a Companhia.

A Companhia reitera que a empresa citada na imprensa “CVC Turismo” (antiga denominação da Operadora e Agência de Viagens TUR) e a CVC Brasil são empresas distintas e que a referida empresa não faz parte da CVC Brasil e suas subsidiárias, que possui mais de 1.300 lojas.

Esclarecemos, ainda, que as pessoas citadas, incluindo o Sr. Guilherme Paulus, não possuem cargos executivos ou na administração da CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A.

Por fim, a Companhia manterá os acionistas e o mercado em geral informados acerca do andamento deste e de qualquer outro assunto de interesse do mercado.
Santo André, 12 de março de 2019.

Leopoldo Viriato Saboya
Diretor Vice-Presidente Administrativo Financeiro e de Relações com Investidores.”

NOTA DE GUILHERME PAULUS

O empresário Guilherme Paulus, que deixou a presidência do Conselho da CVC Corp no começo do ano passado e não ocupa mais cargo administrativo ou executivo na empresa, enviou a seguinte nota sobre o assunto.

“Nota do empresário Guilherme Paulos Operação Checkout

A respeito da Operação Checkout deflagrada hoje (12/3) pelas autoridades policiais, informamos que o empresário Guilherme Paulus firmou de forma espontânea acordo com o Ministério Público e a Polícia Federal tornando-se colaborador da Justiça. Nessa condição, o empresário prestou os esclarecimentos requeridos pelas autoridades e assumiu compromisso de confidencialidade sobre seu depoimento”.
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