Agora é possível! Viajar o mundo com guia em português

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Quando se pensa sobre o que impede uma pessoa de viajar, geralmente o que vem à cabeça é a falta de dinheiro ou disponibilidade. Mas você certamente já ouviu alguém dizer: “Tenho tanta vontade de conhecer ‘tal país’ mas não sei nem falar inglês...” E aí você diz (ou pensa) “é só levar um tradutor instantâneo, ora”.

OS LIMITES DO TRADUTOR INSTANTÂNEO
Sim, a barreira do idioma tem sido um impedimento há mais tempo do que se pode contar. No mundo globalizado de hoje, no entanto, é comum achar que essa barreira não existe mais, já que podemos nos comunicar com pessoas de qualquer parte do mundo, e “de graça” – afinal, as plataformas traduzem. O que não percebemos, é que isso está acontecendo em texto. Nos acostumamos tanto às mensagens instantâneas, que não se usa mais conversar em áudio. Seja ao vivo ou no aparelho. Passamos a nos contentar com essa troca via texto e “emojis” como definição de interatividade. Nesse meio, temos viajado, e muito; podemos viajar anos-luz no universo das ideias.

Mas quando falamos de uma viagem para presenciar todas essas curiosidades, momentos e paisagens que tanto curtimos nas redes sociais, a coisa muda de figura. Até para aquele viajante “antenado” que anda com um tradutor instantâneo no celular – conhece alguém? –. Não há nada de errado com isso. Pelo contrário. É muitíssimo recomendável. Especialmente naquelas horas de tempo livre em que você sai por aí explorando o lugar, perde o cartão do hotel e precisa se fazer entender pelo taxista. Quem não?

Acontece que no mundo ao vivo, a cor, o odor e o sabor despertam uma necessidade que a interatividade na internet não sacia: o calor humano que se expressa na realidade de todo um contexto cultural, e que acende em nossas mentes um constante “por quê?” a cada cena, edificação, prato ou costume. Eles brincam com os nossos “sentidos” sem a mínima cerimônia.

E – sejamos honestos – o ser humano é um “bicho” que precisa ver sentido nas coisas. E em qualquer coisa na vida, fazer sentido é preencher os espaços que permitem ver começo e fim. Se não vê o sentido, trata logo de preencher as lacunas em busca dele, só para ter a sensação de resolução. E ao mesmo tempo, se não exercitar os “sentidos”, busca loucas formas de se sentir vivo.


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Dar sentido ao que se presencia numa viagem, é vivenciá-la

Afinal, se não for para vivenciar, basta viajar nessa maravilhosa invenção que é a internet, certo? Errado. Basta viajar sem entender nada do que se está vendo ou sendo dito daquilo que se vê – aquela viagem da foto em frente ao monumento que diz “estive lá”. Isso já não contenta a maioria dos viajantes.

É aí que está a diferença de se ter um guia. E, não menos importante, o grande diferencial de um bom circuito. O que há de mais belo no papel do guia, é essa sua insuspeitada arte de preencher os espaços vazios entre os conteúdos visuais de uma viagem, e aquelas lacunazinhas nos “porquês” que vão surgindo a cada conteúdo.

Mas... “quem tem boca vai a Roma”, não é mesmo?
O que poucos sabem, é que essa máxima existe graças a esta outra: “Todos os caminhos levam a Roma”. Há uma história por trás disso. E o interessante é que ela tem tudo a ver com a Europamundo. Você saberá por quê. O guia preenche lacunas, mas para “fechar o circuito” é preciso unir os pontos. De acordo? Circuitos são “traçados” que unem pontos de forma logisticamente inteligente, certo? Certo, mas é preciso ir além. Deve-se unir de forma que dê um sentido ao viajante. Concorda? Certamente sim. Você já prestou atenção aos nomes dos roteiros? Observe e verá que cada rota evidencia um tema (ou mais), que por si só conta uma história. Mais que traçadas, as rotas são “desenhos” que conectam uma época a vários povos, ou um povo a várias épocas; um estilo ou cor a diferentes cenários, ou um mesmo tipo de cenário a vários estilos e cores. Ou ainda, tudo isso junto para embriagar-se de tudo o que há de mais belo no mundo, naquela tão sonhada viagem de anos juntando economias.

A peça que faltava
É tudo uma questão de resolução, realmente. O que também muita gente não sabe, é que a Europamundo começou, lá nos seus primórdios, resolvendo o problema de muitos jovens “sem grana”, tornando a Europa acessível através da flexibilidadecom um preço justo. Depois, foi juntando as peças dos caminhos, como um “quebra-cabeça”, para resolver múltiplos anseios dando acesso a uma Europa de múltiplas cidades. Anos depois, lá #partiueuropamundo para “terras d’além mares”, juntando pontos em outras terras. Mas ainda faltava uma peça. Uma que desse ao viajante brasileiro (e outros lusófonos), o acesso a viajar nessas histórias de tantos horizontes.


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A grande novidade é que a peça sempre esteve lá. O tal guia. A diferença, para a felicidade do viajante brasileiro, é que agora ele pode contar com nada menos do que 550 desenhos muito bem resolvidos em que essa “peça” se encaixa em português, com todo o sentido que isso confere. Ainda que nem sempre o guia saiba tudo ou seja um contador de história, o atendimento e as riquíssimas informações deste verdadeiro especialista que é o guia Europamundo, se juntarão aos conhecimentos de cada viajante presente, de várias partes do mundo inclusive, criando em cada mente uma história, que ficará para sempre na memória.

O desafio da Europamundo é ser sempre uma questão de acessibilidade. No preço justo, na criatividade em cada rota, e nos idiomas do guia que, além de ser local ou viver na região há um bom tempo, está sempre nos mesmos circuitos. Conhece cada palmo.

Mas não se engane.
Vender uma viagem não é vender um sonho. É vender o acesso a histórias, feitas de realidades que encantam e ensinam. E o guia aqui, é aquela estrela – aquela, na logomarca da Europamundo – que vai iluminando cada canto desse conto. Viajar com a Europamundo, é interagir com o mundo. De verdade.

PS: Todos os caminhos levam a Roma? É isso mesmo. Veja a história nos próximos capítulos... ?

Saiba mais no site oficial da Europamundo.

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