Jetblue reverte queda e lucra US$ 211 milhões no 2º bi

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A Jetblue comemorou bons resultados para o segundo bimestre do ano, com crescimento nos principais indicadores. A aérea baseada em Nova York revelou um lucro líquido de US$ 211 milhões no período, 16,7% a mais do que o observado no mesmo período de 2016.

O resultado foi ainda mais destacado na medida em que reverteu uma queda de 58,8% no mesmo indicador no primeiro bimestre.

A receita operacional total nos meses de março e abril foi de US$ 1,8 bilhão, beneficiando-se de uma alta de 5% em passageiros-milha transportados (RPM), totalizando 12,1 bilhão de pessoas. Colaborou também o aumento de capacidade de 4,8%, que resultou em uma ocupação média de 85,2% no segundo bimestre.

CUSTOS
Na coluna dos gastos, a Jetblue totalizou despesas operacionais de US$ 158 milhões, uma alta de 11,9%. Número que poderia ser maior não fosse a redução no gasto com juros em 15,3%, para apenas US$ 4 milhões, mostrando que a aérea fundada por David Neeleman vem reduzindo suas dívidas.

O gasto por assento-milha disponível cresceu 6,8% sobre 2016, para 10,4 centavos, enquanto a receita operacional na mesma medida (Rasm) foi de 12,9 centavos (alta de 7%), caracterizando uma conta positiva.

AGRADECIMENTO
O presidente e CEO da Jetblue, Robin Hayes, comemorou os resultados no comunicado divulgado pela empresa. “Nossa receita por unidade excedeu o guidance inicial para o segundo bimestre, o que foi resultado de iniciativas direcionadas para esse indicador e uma sólida demanda dos passageiros. Continuaremos executando nosso plano para entregar resultados acima da média da indústria e agregar valor para nossos acionistas”, disse.

Hayes ainda agradeceu os 21 mil membros de tripulação da Jetblue pelo seu trabalho.
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