Governo anuncia programa com 25 concessões

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Beto Barata/Presidência da República
O presidente Michel Temer entre o secretário executivo do PPI, Moreira Franco, e o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, na manhã de hoje

BRASÍLIA – Vinte e cinco projetos nas áreas de aeroportos, portos, rodovias, ferrovias, energia e mineração foram anunciados hoje dentro do programa de concessões ou vendas no governo Michel Temer. Entre os aeroportos, o programa trata dos quatro empreendimentos que tiveram seus programas de concessão iniciados no governo Dilma Rousseff: aeroportos de Porto Alegre, Florianópolis, Salvador e Fortaleza. A previsão é que 21 dos 25 projetos sejam leiloados ao longo de 2017, enquanto os últimos quatro ficariam para o primeiro semestre de 2018.

Entre os portos, serão concedidos dois terminais para movimentação de cargas nos portos de Santarém (PA) e Rio de Janeiro. O programa prevê ainda o leilão de dois trechos de rodovias, a BR-364/365, entre Goiás e Minas Gerais, e a BR-101/116/290/386, no Rio Grande do Sul. Na área de ferrovias, as licitações incluem a Norte-Sul, Ferrogrão e Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). No setor de energia, há 11 projetos de petróleo e gás que serão licitados em três rodadas separadas em blocos. Usinas hidrelétricas e seis distribuidoras de energia também estão no pacote de concessões anunciado hoje, assim como três empresas de saneamento básico.

Os 25 projetos foram definidos na primeira reunião do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), comandado pelo ministro Moreira Franco. “A reunião de hoje tem como objetivo central exatamente a produção de empregos no País. A ideia básica desse Programa de Parcerias de Investimento visa, em primeiro lugar, ao crescimento econômico do País, mas, como consequência natural, é a abertura de empregos”, disse o presidente Michel Temer no início da reunião. “O Brasil precisa crescer para criar um país de oportunidades, para que nós possamos restabelecer a possibilidade de o brasileiro ter um emprego e de ter conquistas sociais”, defendeu Moreira Franco.
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