Fernando de Noronha bate recorde de visitação em 2016

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Divulgação Embratur
Praia em Fernando de Noronha
Praia em Fernando de Noronha

Tombado como Patrimônio Natural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e Cultura (Unesco), Fernando de Noronha, ilha localizada a 545 quilômetros do Recife (PE), registrou alta no fluxo turístico em 2016, alcançando uma taxa média de ocupação de 91% no ano e um total de 91 mil visitantes, recorde histórico de visitação na ilha em um ano. A marca anterior havia sido atingida ainda em novembro de 2015. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Turismo.

O número representa apenas ligeiro crescimento na comparação com o ano anterior, quando 90 mil pessoas visitaram a ilha paradisíaca. O aumento de 0,75%, porém, foi motivo de comemoração para o administrador-geral de Noronha, Luís Eduardo Cavalcanti Antunes, que projeta um “2017 excelente para toda cadeia econômica e para o trade turístico”. A expectativa para os dois primeiros meses de 2017 é que 16,1 mil pessoas visitem a ilha.

Com uma extensão de 26 quilômetros quadrados distribuídos em 21 ilhas, o arquipélago é procurado para diversos tipos de turismo, como surfe, turismo de aventura, ecoturismo e passeios históricos. Segundo o MTur, somente em dezembro do último ano o local recebeu 7,5 mil visitantes, sendo 92% nacionais e 8% nacionais. A época entre o natal e o ano novo foi a mais disputada, com 1,9 mil turistas passando por Fernando de Noronha, e a festa de réveillon bateu a marca de 1,5 mil pessoas..

Atualmente, são cobradas duas taxas para entrar na ilha: uma delas é a taxa diária de preservação ambiental (TPA). São R$ 68 pagos ao governo de Pernambuco até o quinto dia, quando o valor é reajustado, voltando a sofrer alteração para cima após o décimo dia. Segundo Antunes, a taxa é estabelecida para desestimular uma maior permanência dos turistas no arquipélago e possibilitar ida de outras pessoas, considerando que a ilha tem uma lotação máxima estabelecida. A outra taxa é cobrada pela empresa Econoronha, que administra o Parque Nacional Marinho desde 2011 e cobra R$ 99 pelo ingresso, válido por dez dias.
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