Cross e upselling ajudam a aumentar receitas de agentes

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Marluce Balbino
Maria Camilla Alcorta, da Ideas4Brand
Maria Camilla Alcorta, da Ideas4Brand

GOIÂNIA – Vender o básico qualquer um pode. Com o mínimo de recursos, uma empresa pode abrir as portas e oferecer roteiros fechados para os destinos mais básicos. Porém, o cliente não quer apenas isso. A exigência de uma experiência inesquecível quase sempre está atrelada à busca pelo melhor preço. E ele está disposto a desembolsar um pouco mais tal.

Executiva com vasta experiência em representação, Maria Camilla Alcorta acaba de abrir sua própria empresa, a Ideas4Brand, e tem como clientes o Cirque du Soleil e a Pegasus Transportation. Em apresentação no Next Goiânia, ela relata que os agentes de viagens têm de ter o customer relationship management, o CRM, na ponta dos dedos.

Com essa gestão afiada é necessário saber quem o viajante é, perfilar suas vontades e anseios e o que busca em uma viagem. “Com o seu perfil estudado é preciso aumentar sua receita, a sua comissão”, disse.

“Eu digo que o agente de viagens tem uma coisa chamada ‘momento mágico’. É o contato com o cliente, seja por Whatsapp, e-mail ou telefone. Só fazer o que o cliente quer um botão também faz. Eles querem diferente, uma opinião e saber que a viagem deles será perfeita”, completou.

Ainda segundo ela, o cross selling (oferecer produtos complementares aos já comprados) e upselling (elevar a categoria da venda de um produto) têm de fazer parte do dia a dia das agências de viagens. Essa ação pode ser feita, por exemplo, com a venda de ingressos, passeios a city tours em qualquer destino.

O Next Goiânia é realizado pela PANROTAS Editora, e conta com o apoio de Castro's Park Hotel, Avianca, CEP Transportes, Hoteldo, Iberostar,Transamérica Hospitality Group e Turismo do Espírito Santo.

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