Setor de eventos: o que fazer neste momento de crise?

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PANROTAS / Emerson Souza
Alex Pagliarini, da MPI Brasil, Rodrigo Cézar, da Roche e VP da Alagev, Igor Tobias, da agência P2 Com, e Alberto Moane, da Alatur
Alex Pagliarini, da MPI Brasil, Rodrigo Cézar, da Roche e VP da Alagev, Igor Tobias, da agência P2 Com, e Alberto Moane, da Alatur
Terminou há pouco no espaço Mice da WTM um seminário que debateu o setor de eventos no atual momento de instabilidade econômica. De modo geral, os participantes acreditam que o futuro de curto prazo do segmento aponta não para a diminuição no número de eventos, mas para mudança de formato.

Rodrigo Cézar, gestor de viagens e eventos da Roche, disse que a empresa não diminiuiu o número de eventos, mas o “recheio”. “Reduzi as classes de viagens e, ao invés de levar 100 pessoas, eu levo 80”, exemplificou.

Alberto Moane, vice-presidente da Alatur JTB, disse que a principal ação da empresa para enfrentar a atual realidade econômica foi diminuir o quadro de colaboradores em 10% e reestruturar os papéis de funcionários-chave. “Desta forma, aumentamos a produtividade de cada um”, revelou. O executivo afirmou ainda que outra sacada da Alatur foi diversificar, passando a vender novos produtos aos clientes já existentes. “Se você é pequeno, faça parcerias, encontre alguém que pense como você e faça propostas em conjunto para o seu cliente ou para o cliente dele.”
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