Inovação: por que ainda existe espaço para fazer diferente no Turismo
Ex-agente de viagens, CSO do PassHub usou a própria experiência para repensar a operação

O Turismo é um dos setores mais dinâmicos da economia, mas parte de sua operação ainda carrega processos construídos para uma realidade de décadas atrás. Para as agências de viagens, isso pode significar lidar com diferentes sistemas, fornecedores, canais de atendimento e etapas manuais para realizar uma única emissão. Foi justamente essa realidade, vivida de perto, que ajudou a mostrar ao PassHub que ainda havia espaço para fazer diferente.
Antes de assumir a posição de CSO do PassHub, Marcos Americano esteve à frente de uma agência de viagens durante três anos. A experiência como agente permitiu conhecer não apenas as necessidades do cliente, mas principalmente as dificuldades que existem nos bastidores de uma venda. Entre diferentes plataformas, fornecedores e processos, parte significativa do trabalho estava concentrada em tarefas operacionais que poderiam ser simplificadas.
"Quando eu estava na agência, percebia que muitas vezes o nosso trabalho era mais operacional do que comercial. A gente perdia muito tempo procurando informação, entrando em sistemas diferentes e resolvendo problemas que poderiam ser automatizados."
Marcos Americano, CSO do PassHub
Repensar a operação, não só adicionar ferramentas
Essa experiência ajudou a orientar uma das premissas do PassHub: não criar mais uma ferramenta para ser adicionada a uma operação já complexa, mas repensar a própria operação. A plataforma reúne diferentes recursos em um único ambiente e utiliza automação e inteligência artificial para reduzir tarefas que tradicionalmente dependem da atuação manual do agente.
A inovação, nesse caso, não está necessariamente em criar uma tecnologia inédita para o mundo. Está em aplicar tecnologia para resolver problemas que continuam presentes no cotidiano do Turismo. Simplificar processos, conectar diferentes etapas e diminuir o tempo necessário para uma emissão também são formas de inovar — especialmente quando essas mudanças partem de dores reais de quem está na operação.
Inovar é eliminar complexidade, não só criar tecnologia
É essa proximidade com o mercado que orienta o desenvolvimento do PassHub. A experiência de quem já esteve do outro lado do sistema ajuda a identificar onde estão os gargalos e quais processos realmente precisam ser transformados. No fim, fazer diferente no Turismo não significa apenas adicionar tecnologia, mas eliminar complexidades que o agente já se acostumou a considerar parte do trabalho.
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