Azul diz estar preparada para barril a US$ 200

|

PANROTAS / Emerson Souza
David Neeleman e seus executivos
David Neeleman e seus executivos
Durante a apresentação da marca da Azul, companhia aérea de David Neeleman, que começa a voar no Brasil em janeiro de 2009, um dos assuntos mais debatidos foi a questão da alta do combustível em todo o mundo, o que tem levado as empresas americanas, como a Jet Blue, fundada por Nelleman, a frear os planos de crescimento e até cortar vôos. Segundo Neeleman, a alta do petróleo não muda os planos da Azul no Brasil. A empresa garante ter feito todos os cálculos e estimativas e mesmo que o barril chegasse a US$ 200, patamar previsto pelos mais pessimistas, "os números da Azul bateriam". "O alto custo do combustível será combatido com avião lotado", disse Gianfranco Beting, conhecido como Panda, e vice-presidente da empresa.

Neeleman fez questão de reafirmar, ainda, que a gestão da Jet Blue nada tem a ver com a Azul, que é 100% brasileira, daí a alusão ao País na logomarca.

A Azul ainda não apresentou seu plano de vôo, mas garantiu o início para janeiro, pois em dezembro já recebe três das 22 aeronaves da Embraer, que chegam até 2010.

Cerca de 20 executivos já contratados pela Azul foram apresentados hoje, entre eles Miguel Dau, ex-Varig, agora COO (chief operator officer) e Paulo Nascimento, ex-Gol, que será diretor de Tecnologia. Alguns executivos vieram de fora, inclusive da Jet Blue.

 AVALIE A IMPORTÂNCIA DESTA NOTÍCIA