MOVE: Veja quais tendências estão redefinindo as viagens corporativas, segundo Mastercard
Fabiano Grottoli, da Mastercard, demonstrou que o Travel Manager virou gestor de valor

A pandemia levou muitos gestores a questionarem a relevância das viagens corporativas. A possibilidade de que o segmento não retomasse os níveis pré-pandemia chegou a ser considerada, mas o cenário foi diferente. Fabiano Grottoli, vice-presidente de Corporate Solutions da Mastercard Brasil, compartilhou insights e tendências sobre o mercado de viagens corporativas durante o MOVE 2026.
“Quem aqui não chegou a pensar que as viagens corporativas deixariam de ser relevantes? Será que, no pós-pandemia, as viagens corporativas voltariam? Todos vão se falar virtualmente, acabará a interação? Isso não aconteceu, mas as viagens corporativas mudaram. As viagens são mais intencionais”, explicou.
Confira sete tendências que estão redefinindo as viagens corporativas:
- As viagens sobreviveram à transformação digital. E se tornaram mais importantes. Não estamos viajando mais, estamos viajando melhor.
- Se viagem virou investimento, o Travel Manager virou gestor de valor. O Travel Manager está migrando de gestor de custos para gestor de resultados.
- Mas existe um problema: a experiência continua fragmentada. O maior inimigo do compliance hoje é a fricção.
- O compliance está deixando de ser auditoria para virar prevenção. O melhor controle é aquele que impede o erro antes que ele aconteça.
- Os dados se tornaram mais importantes que a tarifa. O verdadeiro ativo não é o desconto. É o dado gerado pela transação.
- A IA não vai automatizar viagens. Vai automatizar decisões. O diferencial competitivo não será quem tem IA. Será quem tem dados para alimentá-la.
- O futuro pertence aos ecossistemas conectados. O futuro do T&E não é uma ferramenta melhor. É um ecossistema melhor.
A sexta tendência vai de encontro com outro dado apresentado por Fabiano: Dois terços (62%) das organizações já estão expandindo o uso da inteligência artificial nos programas de viagens e despesas (T&E), e 89% concordam que a modernização é uma das principais prioridades.
As viagens de negócios também deixaram de ser vistas como uma despesa discricionária. Segundo o executivo, as organizações passaram a avaliar o investimento não somente sob a ótica de custo e eficiência, mas também de seu potencial para fortalecer o relacionamento com clientes e contribuir para o crescimento do negócio. Para 73% das empresas, as viagens corporativas são fundamentais para impulsionar o crescimento da receita.
A pesquisa completa da Mastercard sobre o futuro da gestão de T&E pode ser acessada na íntegra clicando aqui.