MOVE: como transformar viagens em um investimento estratégico? Especialistas respondem
Em painel que compõe a agenda do MOVE, gestores, líderes e viajantes corporativos debateram o assunto

Em painel mediado por Patrícia Thomas, diretora de Vendas da Omnibees, o MOVE debateu como as viagens corporativas são um investimento e não um custo das empresas. Para tanto, um time de especialistas subiu no palco: Sabrina Barbosa, da Syngenta Seeds, Ariane Paluzzi, da Mackenzie, Daniella Navega, da IHG, Humberto Cançado, da Voetur, e Luis Vissotto, da Positivo Tecnologia.
CFO da Syngenta, Sabrina destacou que medir o ROI (Return on Investment) é difícil, mas que para tanto é importante levar em conta pilares do propósito da viagem.
"É importante entender o propósito da viagem: Vou resolver um problema rápido? Fomentar novos clientes? Acelerar relacionamentos? Ou o propósito está mais ligado a governança, para acompanhar um time, performance e engajamento? Ainda, quais novidades e alavancas essa viagem vai me apresentar? Quando tem proposta, as viagens são uma ferramenta poderosa para negócios"
Sabrina Barbosa, CFO da Syngenta Seeds

Representando o ponto de vista do viajante corporativo, Luis Vissotto lembrou que, com o avanço das teleconferências especialmente após a pandemia, a presença física voltou a ser diferencial. "Atendendo clientes em todas as regiões do Brasil, entendo que estar in loco é percebido como um gesto de atenção e suporte", destacou o diretor de Vendas da Positivo Tecnologia.
Não gastar menos; gastar melhor!
É um trabalho árduo para que clientes entendam que, muitas vezes (se não na maioria delas) a tarifa menor não é a melhor tarifa. Os especialistas destacaram a importância de investir o dinheiro em viagens que proporcionam, além de oportunidades boas de negócios, o bem-estar do colaborador.
"Todo gestor precisa apresentar indicadores, chamar para o debater e mostrar a importância de uma tarifa mais completa, que permite reembolso, que melhore a qualidade de vida do trabalhador que está representando a empresa. Além de, tecnicamente, ser uma economia, nós entendemos que as pessoas precisam de uma atenção diferenciada, e os viajantes acabam sentindo esse investimento na prática", apontou Ariane, coordenadora de viagens do Mackenzie.
"Muitos poucos clientes chegam na TMC com essa maturidade de gestão de viagens quando se trata de tarifa. A TMC é muitas vezes mal vista quando oferece uma tarifa mais cara e as viagens seguem sendo vistas como um custo. Temos que entender que nem sempre a melhor tarifa é a menor tarifa"
Humberto Cançado, sócio-diretor da Voetur

Neste sentido, a hotelaria segue apostando na tarifa dinâmica como a melhor opção para as viagens corporativas. "Para 2026 a IHG seguirá com as tarifas dinâmicas. Acreditamos na educação acerca do assunto para avançarmos no mercado. As empresas terão os savings esperados e é importante ter esse olhar diferente, deixando de lado a tarifa fixa", explicou Danielle, diretora de Vendas e Marketing do Intercontinental São Paulo, que recebe o evento nesta segunda (17).
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