GESTÃO DE VIAGENS

Gestores e empresas têm de se adaptar a novo cenário global


Emerson Souza
Eduardo Murad, da Alagev, mediou debate com Rafaella Haak, da CTG, Marcel Frigeira, da IBM, e Angeles Yugdar, da Travel Leaders
Eduardo Murad, da Alagev, mediou debate com Rafaella Haak, da CTG, Marcel Frigeira, da IBM, e Angeles Yugdar, da Travel Leaders
O novo cenário global da indústria de viagens corporativas oferece inúmeras possibilidades, mas também gera dúvidas. O que há de destaque hoje neste sentido? Especialistas falaram sobre o tema durante evento da Avipam com a Travel Leaders, no Palácio Tangará, em São Paulo. Os pontos principais são a necessidade de acordos, limitações na integração de produtos e um olhar mais humano.

“A questão do transporte é importante e vale a pena investir em acordos aéreos e com grandes cadeias de hotéis, mesmo que às vezes seja necessário optar por empresas regionais. Em paralelo, há uma parcela interessante que utiliza empresas do rodoviário, mas neste caso o desafio é uma integração maior", comenta a executiva da CTG, Rafaella Haak.

Já o gestor de viagens da IBM para a América Latina, Marcel Frigeira, ressalta a necessidade de uma análise consciente dos indicadores de performance (Key Performance Indicators). “Os KPIs globais têm o seu valor para gestores, e tentamos na medida do possível fazer com que esses KPIs façam sentido”, pontua Frigeira, que recomenda ainda uma análise de presença e abrangência ao fechar acordo com fornecedores de cada região.

A vice-presidente global da Travel Leaders, Angeles Yugdar, ainda destacou que, além de ver números, é preciso entender as circunstâncias em que tudo ocorre. “Ao observar os dados de maneira integrada necessitamos de inteligência emocional para tomar as decisões corretas porque confusões acontecem.”
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