Tendência em hotéis pode ser mistura de acordos globais e RFPs

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Segundo painel do Abroad Corporate Summit, que está sendo realizado na manhã de hoje (2), discutiu sustentabilidade nas viagens corporativas e também a recuperação do setor. Para falar sobre a retomada do mercado doméstico a lazer nos Estados Unidos – e como ele pode refletir no corporativo –, um dos convidados da sessão foi o diretor de Estratégia de Lazer Global e para América Latina do BWH Hotel Group, Matt Teixeira. De acordo com o executivo, o país viu um grande aumento de Turismo no fim de semana do Memorial Day (30 de maio), com alguns dos hotéis do grupo totalmente esgotados antecipadamente.

Reprodução
Suzanne Neufang, da GBTA, conversou com Matt Teixeira, do BWH Hotel Group, no segundo painel
Suzanne Neufang, da GBTA, conversou com Matt Teixeira, do BWH Hotel Group, no segundo painel
“Estamos vendo também uma mudança para os destinos secundários e terciários em termos de negócios. O segmento de lazer parece saudável, ainda não voltou aos níveis pré-pandemia, claro, mas vemos uma grande recuperação. No corporativo ainda estamos nos esforçando em termos do que as empresas estão decidindo para seus funcionários, pensando no compliance de cada corporação. Também vemos uma pequena melhora, mas nada como era antes da crise”, comenta.

RFP CONTINUA?
Com a temporada de RFPs se aproximando, será que essa prática continua? O mercado espera que as Request for Proposal (em português, solicitação de proposta) sejam em volume total? Segundo Teixeira, o sentimento ainda está um pouco confuso e misturado.

“Vemos gestores que tiveram seus recursos cortados e procuram o que é mais fácil de retomar o programa. Tem também algumas empresas que estão reduzindo seus RFPs e indo para acordos globais, que acho que terão uma grande ênfase neste ano e ano que vem, enquanto nos recuperamos. Há um movimento de companhias olhando para os acordos globais para construir uma política de gestão de viagens e adicionar mais hotéis por meio desta modalidade e focando em RFPs em hotéis de alta demanda que elas veem que terão negócios para fazer. Será uma mistura dos dois formatos”, afirma.
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