Tg.mob reforça segurança operacional e aposta em treinamento e monitoramento de rotas
Em meio ao Maio Amarelo, empresa destaca ações contínuas de capacitação, planejamento de trajetos e mais

Em meio aos debates do Maio Amarelo, campanha voltada à conscientização para redução de acidentes de trânsito, a Tg.mob tem reforçado ações permanentes ligadas à segurança operacional no setor. A estratégia da empresa envolve treinamento contínuo de motoristas e colaboradores, planejamento de trajetos, monitoramento operacional e ampliação gradual da frota híbrida.
O cenário nacional reforça a relevância do tema. Em 2025, o Brasil registrou 72,4 mil acidentes e 6.040 mortes em rodovias federais e capitais, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal. Na cidade de São Paulo, os números também são elevados: segundo dados do Infosiga, foram contabilizados 26,8 mil acidentes na capital paulista, com 1.034 óbitos.
Para o CEO da empresa, Leandro Pimenta, esse assunto deve ser tratado como parte estrutural da operação. “Segurança na mobilidade não pode ser limitada a campanhas pontuais. É um trabalho baseado em processos, capacitação e decisões integradas que impactam diretamente a operação e a experiência do passageiro”, afirma.
Ao longo do ano, a Tg.mob promove treinamentos voltados à direção defensiva, condução eficiente, atendimento ao cliente e gestão de situações de risco. A empresa também realiza palestras internas e ações de atualização profissional para colaboradores e motoristas parceiros.
Outro foco está no planejamento de trajetos. A companhia utiliza monitoramento operacional e análise de rotas para definir percursos com maior previsibilidade e menor exposição a riscos, considerando fatores como trânsito, horários e contexto urbano. A ampliação do uso de veículos híbridos também integra a estratégia. Além da redução de emissões, os modelos são utilizados em operações que exigem maior eficiência e estabilidade na condução.
Segundo Pimenta, o tema vem ganhando espaço nas decisões corporativas ligadas a viagens e eventos. “Hoje, um deslocamento seguro para o passageiro é um critério relevante na escolha de fornecedores de mobilidade, principalmente em operações corporativas que exigem padronização e controle”, completa.