Paytrack lança agente de IA para otimizar a rotina do setor no Lacte
Solução vem para simplificar rotina do setor ao utilizar inteligência de dados corporativa

Astrid Fontenelle subiu ao palco do Lacte 21 e abriu a programação do evento patrocinado pela Paytrack, enaltecendo o papel estratégico das gestoras de viagens corporativas.
Em uma conversa, a apresentadora compartilhou histórias dos imprevistos em deslocamentos internacionais aos bastidores pouco vistos, reforçando como a organização e a inteligência na gestão fazem toda a diferença na experiência de quem viaja a trabalho.
Durante o bate-papo, Astrid também convidou ao palco, Edson Gonçalves, cofundador e VP de Produto da Paytrack, que apresentou oficialmente o TEO Insights ao público presente. A solução vem para simplificar a rotina do setor ao substituir o “caos operacional” pela inteligência de dados comparativa.
O TEO insights passa a atuar como um analista estratégico. Diferentemente das ferramentas que analisam apenas o histórico interno das empresas, ele cruza dados da operação com um robusto sistema, permitindo que o gestor saiba, em tempo real, se sua performance está acima ou abaixo da média do setor.
“Nós construímos a Paytrack todos os dias com um propósito muito claro: tirar o gestor de viagens do caos operacional e colocá-lo no centro da estratégia. O que apresentamos no Lacte não é apenas uma nova funcionalidade, é uma virada de chave. O TEO Insights transforma dados em decisões. Nosso Big Data de mercado é um ativo exclusivo, robusto e acionável. Não é promessa, é inteligência concreta aplicada à gestão”
Edson Gonçalves, co-fundador e VP de Produto da Paytrack
Para Gonçalves, inovar não é simplesmente devolver horas ao time, mas elevar o nível de impacto da área dentro da empresa: “O TEO Insights elimina a dependência de planilhas intermináveis e do cruzamento manual de informações. Entregamos análises estruturadas, comparativos de mercado e insights prontos para ação. Na prática, isso significa menos esforço operacional e mais capacidade estratégica. O gestor deixa de apenas controlar processos e passa a desenhar políticas melhores, implementar novas regras e gerar valor mensurável para o negócio. Ele sai da execução e assume, de fato, o protagonismo estratégico", aponta.