DNA de Agente: com quase 30 anos de mercado, GWA viu o papel da agência se transformar
Agência fundada por Gustavo Mello de Almeida, tem hoje Pedro de Almeida como sócio e 70 colaboradores

Chegou o dia de contar mais uma história na seção DNA de Agente, promovida pela PANROTAS e Sakura. Nesta quarta-feira (4), conheça a GWA Turismo e Eventos, agência que viu transformações profundas no mercado, e que se transformou junto.
A GWA Turismo e Eventos nasceu em 1997, em um mercado diferente do que vemos hoje. Com acesso às informações limitado, o papel do agente de viagens era muito mais operacional e o atendimento quase exclusivo ao pessoal.
De lá pra cá, o Turismo atravessou mudanças profundas, da chegada da internet à inteligência artificial, o que fez a GWA, bem como muitas agências e empresas de outros setores, a se mover conforme a banda toca.
Mas para Pedro de Almeida, sócio da agência ao lado de Gustavo de Almeida (também fundador), as mudanças fizeram com que a GWA deixasse de ser uma agência tradicional para se tornar uma empresa de gestão de viagens corporativas.
"Hoje temos uma operação muito mais tecnológica, mas continuamos acreditando que confiança, conhecimento e capacidade de resolver problemas são tão importantes quanto eram em 1997. O que mudou foram as ferramentas e a complexidade do nosso trabalho"
Pedro de Almeida, sócio da GWA
Neste contexto, o setor de viagens corporativas, o qual a GWA é especialista, se tornou cada vez mais competitivo. Para Gustavo, o diferencial da agência está na combinação de experiência, flexibilidade e capacidade de execução. "Conhecemos a operação dos nossos clientes, entendemos suas particularidades e conseguimos oferecer soluções sem transformar cada necessidade em um processo burocrático", destaca.

A GWA trabalha, hoje, especialmente com empresas de médio e grande porte, além de uma atuação significativa em eventos corporativos, grupos e viagens de incentivo. A empresa conta com 70 profissionais, distribuídos entre atendimento, operações, comercial, tecnologia e áreas administrativas.
"Ao longo dos anos, aprendemos que o tamanho da equipe, isoladamente, não diz muito sobre a capacidade de uma empresa. O que importa é a qualidade das pessoas, a organização dos processos e a tecnologia disponível para que cada profissional seja mais produtivo. Nossa preocupação é manter uma estrutura preparada para crescer sem perder agilidade e qualidade de atendimento", explicam os sócios.
Clientes exigentes: dos gastos à autonomia do viajante
Neste mercado mais competitivo, o cliente corporativo tem ficado mais exigente, principalmente quando o assunto são custos, produtividade e informação, conforme explica Pedro de Almeida.
Segundo ele, não basta a agência apresentar uma tarifa competitiva: as empresas querem entender quanto gastam, onde gastam e como podem administrar melhor seus recursos. Ao mesmo tempo, existe uma demanda crescente por ferramentas que deem autonomia ao viajante, sem que a empresa perca o controle da operação.
A inteligência artificial, é claro, também é uma aposta para a GWA quando se fala em futuro do segmento. "Vemos a IA como uma transformação importante para o nosso setor. Ela deverá assumir boa parte das tarefas repetitivas e mudar profundamente a forma como trabalhamos. Mas tecnologia, por si só, não resolve uma operação mal estruturada", reforça Pedro de Almeida.
Relação com o trade nas particularidades do corporativo

Na relação com o trade, entender particularidades do corporativo é essencial na GWA. Para Pedro, uma empresa que movimenta um volume relevante de viagens precisa de muito mais do que uma boa tarifa. "Precisa de disponibilidade, condições comerciais consistentes, agilidade e, principalmente, suporte quando algo não acontece conforme o planejado".
Dentre os parceiros estratégicos, a Sakura, na consolidação aérea, é um dos destaques. "Com eles, construímos uma relação baseada em confiança, proximidade comercial e alinhamento com as necessidades da nossa operação", aponta Gustavo.
Além disso, Pedro destaca que a GWA tem relacionamento com as principais companhias aéreas, redes hoteleiras, locadoras e fornecedores ligados ao setor corporativo.
A parceria, é claro, precisa funcionar para todos os envolvidos. "Não faz sentido falar em relacionamento estratégico quando uma das partes enxerga a outra apenas como um canal de vendas. Os melhores parceiros são aqueles com quem conseguimos construir negócios bons para todos: fornecedor, agência e cliente", destaca Gustavo.
Neste sentido, a GWA preza por fornecedores que se mostram parceiros principalmente em momentos adversos. Afinal, "vender é a parte mais fácil; difícil é assumir as responsabilidades, encontrar alternativas e resolver situações que fogem do padrão", aponta Almeida.
Tecnologia saiu do diferencial para se tornar essencial
Com as mudanças na sociedade, a GWA vê hoje a tecnologia como um fator essencial no negócio. A agência utiliza ferramentas como Argo, sistemas integrados e recursos de Business Intelligence para administrar operações, automatizar processos e oferecer informações gerenciais aos nossos clientes.
Mas Gustavo reforça que a tecnologia não deve ser um fim em si mesma. Ou seja, não adianta investir em ferramentas sofisticadas se elas não melhoram a experiência do usuário ou a eficiência da operação.
"A inteligência artificial abre uma nova etapa. Acreditamos que veremos mudanças significativas na produtividade das TMCs, especialmente nas atividades operacionais e na análise de dados. Quem souber incorporar essas ferramentas de maneira inteligente terá vantagens competitivas importantes", aponta.
Trinta anos de mudanças e conquistas

Para Pedro, nestes quase 30 anos de mercado, a grande conquista da GWA foi a construção de uma empresa sólida justamente em momentos de tantas mudanças, com diferentes ciclos econômicos e transformações profundas do setor.
"Mas não vemos longevidade como garantia de futuro. O mercado muda rapidamente, e empresas que se acomodam acabam perdendo relevância, independentemente de sua história. Queremos ver a GWA continuar crescendo, conquistando clientes importantes e sendo reconhecida pela competência de sua equipe, pela qualidade da operação e pela seriedade das relações comerciais"
Gustavo Mello de Almeida, sócio e fundador da GWA
Por isso, a prioridade da agência é fortalecer a estrutura comercial, aumentar a produtividade da operação e aprofundar o uso de tecnologia e inteligência de dados.
A GWA vê, ainda, espaço para ampliar atuação em eventos e viagens de incentivo, aproveitando o relacionamento com a carteira de clientes.
Mesmo assim, crescer por crescer em números não é o grande foco da GWA. "Não buscamos crescimento a qualquer custo. O Turismo é um setor de margens apertadas, e crescer sem eficiência pode significar apenas trabalhar mais para ganhar menos. Nosso objetivo é aumentar a escala preservando rentabilidade e qualidade", finaliza Pedro.
Serviço
GWA Turismo e Eventos
- comercial@gwaturismo.com.br
- (11) 2196.9300
- Instagram: @gwaturismoeeventos