Fraport Brasil entrega ampliação da pista do Porto Alegre Airport

|


Divulgação/Fraport Brasil
Com a ampliação da pista, o aeroporto poderá receber aeronaves maiores
Com a ampliação da pista, o aeroporto poderá receber aeronaves maiores
Aeronaves que pousam e decolam do Aeroporto Internacional de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, utilizam agora uma pista ampliada. Depois de passar por uma reforma que custou cerca de R$ 135 milhões, foi liberada uma pista expandida que agora conta com quase um quilômetro e aprovação do ICA (Instituto Cartográfico da Aeronáutica).

As melhorias na pista, assim como algumas outras feitas em outras áreas do terminal, são de responsabilidade da Fraport Brasil, que administra o complexo, e contam com aval da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

As obras deveriam ter sido terminadas ainda em 2021. Entretanto, devido à pandemia de covid-19 e o consequente atraso na desocupação de parte da área da Vila Nazaré, que ficava dentro do sítio aeroportuário, a Agência concedeu mais oito meses de prazo para a conclusão dos trabalhos.

MUDANÇAS DE FATO
A pista de pouso e decolagem anterior, com 2.280 metros, permitia operações com alcance máximo de aproximadamente 9 mil quilômetros, porém com a capacidade máxima de passageiros e carga aérea limitada (75%). A ampliação para 3,2 mil metros permitirá operações de carga completa a uma distância de cerca 12 mil quilômetros.

Com a ampliação da pista, o aeroporto poderá receber aeronaves dos tipos: B747-400 – 13,4 mil quilômetros de autonomia e peso aproximado de 397 toneladas (combinando passageiros, carga e fuselagem), também estão autorizadas operações do B777-300ER – 11,1 mil quilômetros de autonomia e peso aproximado de 300 toneladas (combinando passageiros, carga e fuselagem) e A330-900 – 13,3 mil quilômetros de autonomia e peso aproximado de 251 toneladas (combinando passageiros, carga e fuselagem).

“As obras na infraestrutura do lado ar, na pista de pouso de decolagem e nas pistas de taxiamento cumprem plenamente com as obrigações estabelecidas no Contrato de Concessão, com os regulamentos da Organização da Aviação Civil Internacional e com os Regulamentos Brasileiros da Aviação Civil e do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea. A capacidade da pista de pouso e decolagem não foi modificada e os procedimentos para a operação segura e eficiente da infraestrutura instalada seguem, da mesma forma, os regulamentos estabelecidos. Não teremos atrasos ou outros impactos negativos na operação devido à extensão da pista”, explica a CEO da Fraport Brasil, Andreea Pal.
 AVALIE A IMPORTÂNCIA DESTA NOTÍCIA