Congonhas fecha 2025 com quase 25 milhões de passageiros; Aena bate recorde no Brasil
Movimentação alcançou 45,6 milhões de embarques e desembarques, alta de 5% em relação a 2024

A Aena encerrou 2025 com recorde de passageiros em sua rede de aeroportos no País. Passaram pelos 17 terminais administrados pela concessionária 45,6 milhões de passageiros, crescimento de 5% em relação a 2024.
O Aeroporto de Congonhas, principal ativo da Aena no Brasil, respondeu por 24,5 milhões de passageiros, com expansão de 5,9%, refletindo o fortalecimento do mercado doméstico e a elevada taxa de ocupação da malha aérea.
Na sequência, está o Aeroporto do Recife, com 9,9 milhões de passageiros, crescimento de 3,6%, seguido por Maceió, que avançou 10,7%, alcançando quase 3 milhões de passageiros no ano.
Destaque ainda para João Pessoa, que movimentou 1,89 milhão de passageiros e apresentou a maior taxa de crescimento entre os equipamentos administrados no Nordeste, com alta de 17,7%. Além dele, o Aeroporto de Carajás (PA), apresentou importante taxa de crescimento: 17,3%.

Juntos, os equipamentos geridos pela Aena no Nordeste brasileiro tiveram uma alta de 5,7% em relação ao ano passado, totalizando 16,8 milhões de passageiros em 2025. Nos outros estados, a soma atingiu um total de 28,9 milhões de viajantes, com crescimento de 5,1% frente ao acumulado de 2024.
Além de Congonhas, destacam-se nas outras regiões os terminais de Campo Grande (MS) e Uberlândia (MG), ambos com números acima de um milhão de passageiros anuais e crescimento de 3,4% e 2,5%, respectivamente.
Os quatro aeroportos do Pará embarcaram e desembarcaram juntos 1,2 milhão de passageiros, com destaque para Santarém que ultrapassou a marca de meio milhão de viajantes, com 507,5 mil. Em seguida, destacam-se Marabá, com 379,3 mil; Carajás, com 254,4 mil; e Altamira, com 87,5 mil.
Todos os aeródromos localizados nos estados de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Pará estão passando por obras de ampliação e modernização. São eles: Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul; Uberlândia, Uberaba e Montes Claros, em Minas Gerais; e Marabá, Carajás, Santarém e Altamira, no Pará.