A discussão sobre branding na atualização do logo da Gol

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A internacionalização da Gol, encubada nas parcerias com Delta e Air France-KLM e materializada em definitivo com os voos para a Flórida, levou a marca até novos olhos. Consolidada há anos no Brasil, as operações da aérea chegaram agora pela primeira vez a ouvidos estrangeiros que não falam nem português nem espanhol. E, em um primeiro momento, essa relação com os anglófonos se resultou em ruído.

Para alguns norte-americanos, o logo da empresa era identificado como “Gool” por esses estrangeiros. “Uma letra apenas” vão dizer os leigos. Mas é uma confusão suficiente para que a companhia interviesse na questão. Surgiu então um novo logo, com os arcos que formavam o “O” mais próximas.

Autor do blog Mindset, da blogosfera da PANROTAS, o especialista em Marketing Gustavo Ellero retomou o recente caso para tratar de branding. “Você deve se perguntar se vale a pena fazer tal mudança, tão pequena por causa da forma que as pessoas pronunciam?”, escreve ele, para acrescentar que “eu lhe digo que vale”.

Confira a discussão e os argumentos de Ellero no novo post, publicado neste link.
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