Gol espera volta do Boeing 737 Max até o fim do ano

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Emerson Souza
Presidente da Gol, Paulo Kakinoff, durante coletiva no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo
Presidente da Gol, Paulo Kakinoff, durante coletiva no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo
A Gol espera que os modelos 737 Max da Boeing voltem às operações até o final do ano, segundo o presidente da companhia aérea, Paulo Kakinoff. Anunciada como uma das responsáveis pelo salto internacional da Gol, a aeronave ficou proibida de voar após dois acidentes fatais em serviço da Lion Air, em outubro de 2018, e da Ethiopian, em março deste ano. A fabricante aguarda a aprovação de uma nova certificação dos órgãos de segurança após finalizar a atualização do software do Max.

“A expectativa é de que esse processo de nova certificação vá até setembro, mas esperamos que seja possível operar novamente os voos no 737 Max até o final do ano. Já operamos essa aeronave por 12,4 mil horas e a conhecemos muito bem. O nome do Max não mudará”, comenta Kakinoff.

Sobre as consequências dos aviões parados em solo, o presidente da Gol minimizou os prejuízos. “O impacto é que, para o verão, em dezembro e janeiro, não tivemos tempo de nos preparar em relação à capacidade, incluindo os voos para os Estados Unidos. Porém, no nosso caso o problema é menor se comparado às empresas norte-americanas.”

Quito, no Equador, Cancun, no México, e Miami e Orlando, nos Estados Unidos, estavam entre as rotas com as quais a Gol aposta no Max.
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