Smiles tem alta de 54,8% em faturamento bruto no 2T20

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André Fehlauer, CEO da Smiles
André Fehlauer, CEO da Smiles
Apesar da crise causada pela covid-19, a Smiles apresentou forte geração de caixa e recuperação consistente dos negócios no segundo trimestre deste ano, totalizando R$ 328,4 milhões e um crescimento acumulado de 54,8% no faturamento bruto. Nesse mesmo período, a emissão de bilhetes aéreos cresceu 95% e os cancelamentos caíram 45%. Somente no mês de junho, o faturamento bruto atingiu 58% do resultado registrado no mesmo mês de 2019.

Por outro lado, a receita líquida do programa de fidelidade da Gol foi de R$ 56,5 milhões, uma queda de 67% em relação aos três primeiros meses de 2020. A variação no período é majoritariamente explicada pelos efeitos da covid-19, com restrições impostas ao setor de Turismo. Ainda assim, um dos destaques foi o Shopping Smiles, plataforma de e-commerce da empresa, na qual os resgates cresceram 68,8% entre abril e junho.

Em meio à crise, a Smiles manteve seu quadro de 148 funcionários estável e diminuiu 48,8% as despesas operacionais comparadas ao mesmo período do ano passado. O prejuízo no segundo trimestre foi de R$ 400 mil. "Apesar de todas as dificuldades inerentes ao atual cenário, a Smiles mostrou uma recuperação e vem superando algumas das nossas expectativas. Isso demonstra o grau de confiança dos clientes, nosso maior ativo", disse o CEO da companhia, André Fehlauer.

Ainda no segundo trimestre, o número de clientes cresceu 0,9% e a Smiles chegou a mais de 17,6 milhões de membros participantes do programa. Além disso, a companhia doou 10 milhões de milhas a seis ONGs que atuam junto a comunidades fortemente afetadas pela crise econômica e, por meio do programa Milhas do Bem, incentivou seus clientes a fazer o mesmo. Até o final de junho, cerca de 60 milhões de milhas haviam sido doadas a transformadas em alimentos, kits de higiene e atividades online.
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