Números da Iata mostram crescimento de 3,4% em outubro

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A Iata acaba de anunciar os dados globais de tráfego de passageiros de outubro de 2019. Os números mostram que a demanda aumentou 3,4% em relação ao período do ano anterior, significando uma desaceleração modesta em relação ao crescimento de 3,9% registrado em setembro, devido ao menor desempenho do tráfego nos mercados domésticos.


Unsplash/Marcus Zymmer
Iata mostra que a demanda do tráfego aumentou 3,4% em outubro, em relação ao período do ano anterior
Iata mostra que a demanda do tráfego aumentou 3,4% em outubro, em relação ao período do ano anterior
Conforme o levantamento da associação, a capacidade do mês de outubro (assento-quilômetro oferecido) cresceu 2,2% e a taxa de ocupação subiu 0,9 ponto percentual, chegando a 82%, um recorde para outubro.

“O crescimento do tráfego continua fraco em comparação com os níveis históricos de aumento de longo prazo, refletindo a atividade econômica moderada em alguns mercados importantes e a confiança nos negócios. No entanto, o fato de a circulação estar crescendo é positivo e o setor continua fazendo um ótimo trabalho para maximizar a eficiência dos ativos”, afirma o diretor geral e CEO da entidade, Alexandre de Juniac.

MERCADOS INTERNACIONAIS
A demanda internacional de passageiros em outubro aumentou 3,2% em relação a 2018. Com exceção da América Latina, todas as regiões registraram aumentos, liderados pelas companhias aéreas do Oriente Médio pela primeira vez desde junho de 2018. A capacidade aumentou 1,6% e o fator de carga cresceu 1,3 pontos percentuais, chegando a 81%.

As companhias aéreas latino-americanas sofreram uma queda de demanda de 0,6% em comparação com o mesmo mês do ano passado, o desempenho mais fraco em nove anos. Segundo a Iata, a deterioração das condições econômicas e a crescente agitação social e política em algumas das principais economias da região provavelmente contribuíram para os resultados.

MERCADOS DOMÉSTICOS

A demanda por viagens domésticas aumentou 3,6% em outubro em comparação ao mês do ano anterior, abaixo do crescimento anual de 5,1% registrado em setembro. Isso se dá devido ao desempenho mais fraco nos EUA e na China, os maiores mercados domésticos. A capacidade aumentou 3,4% e o fator de carga aumentou 0,2 ponto percentual, para 83,9%.
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