TECNOLOGIA

Iata segue Delta e planeja adoção de etiqueta em bagagens

Divulgação / Delta
O sistema de rastreamento de bagagens em tempo real por meio de etiquetas RFID utilizado pela Delta parece ter sido um dos fatores que levou a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) a desenvolver um plano global para padronizar e exigir tal tecnologia em todas as companhias aéreas. De acordo com a assembleia anual da entidade, o processo de desenvolvimento deve levar cerca de um ano e sua implementação ocorreria a partir de 2020.

No caso do aplicativo da Delta, o passageiro é notificado quando suas malas já estão dentro do avião. Caso contrário, pode rastreá-las rapidamente pelo sistema, identificando se alguma bagagem foi colocada no voo errado.

“Essa não é a primeira vez que a tecnologia Rain RFID é utilizada por uma companhia aérea. Mas o recente embalo no setor se deve em grande parte ao programa de rastreamento de bagagens premiado da Delta, que ajudou a conectar os consumidores à tecnologia, permitindo que eles acompanhem a movimentação de suas bagagens pelo smartphone”, comunicou a empresa de soluções RFID Impinj.

A Delta introduziu as etiquetas em 2016 e, depois, a Iata concluiu que a adoção global de uma solução do tipo poderia reduzir o número de bagagens extraviadas em até 25% até 2022. Desde seu lançamento, a companhia aérea norte-americana observou melhoria constante na confiabilidade do rastreamento de bagagens, ficando em primeiro lugar entre os concorrentes em sete dos últimos 12 meses.

Hoje em dia, a maioria das bagagens é verificada e rastreada usando a tecnologia de código de barras. Já o chip RFID produz um sinal contínuo de energia que não interfere nos sistemas da aeronave e permite o rastreamento das bagagens de praticamente qualquer ponto da viagem, usando um leitor de RFID.
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